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	<title>Approach Consulting</title>
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	<description>Especialistas em incentivos fiscais</description>
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	<title>Approach Consulting</title>
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		<title>SIFIDE: o que é, quem pode beneficiar e que despesas podem ser elegíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 08:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[I&D]]></category>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2026/09/22/sifide-o-que-e-quem-pode-beneficiar-e-que-despesas-podem-ser-elegiveis/">SIFIDE: o que é, quem pode beneficiar e que despesas podem ser elegíveis</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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									<p>O Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”) é um dos principais mecanismos de apoio às empresas que investem em atividades de Investigação e Desenvolvimento (“I&amp;D”) em Portugal. Apesar da sua relevância, continua a gerar dúvidas em muitas organizações, sobretudo no que diz respeito ao seu funcionamento, às condições de acesso e ao tipo de projetos que podem ser enquadrados.</p>
<p>De forma simples, <b>o SIFIDE é um benefício fiscal que permite às empresas deduzir à coleta do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (“IRC”) uma percentagem das despesas associadas a atividades de I&amp;D.</b> Ou seja, trata-se de um instrumento que procura reconhecer e apoiar o esforço das empresas que investem na criação ou aprofundamento de conhecimento técnico e científico.</p>
<p>No entanto, o SIFIDE continua a ser, para muitas empresas, um tema envolto em dúvidas: O que é considerado I&amp;D? Que empresas podem beneficiar? Que despesas podem ser elegíveis? E em que medida um projeto interno pode ter potencial enquadramento neste incentivo?</p>
<p>Primeiramente,<b> o SIFIDE não se destina apenas a grandes empresas, nem é excluso de entidades dos setores farmacêutico e da mecânica de precisão</b>. Empresas de diferentes dimensões e setores podem desenvolver atividades de I&amp;D, desde que exista um projeto com desafios técnicos ou científicos, metodologia adequada, recursos afetos e evidência do trabalho desenvolvido.</p>
<p>Mais do que a dimensão ou o setor de atuação da empresa, <u>o elemento determinante é a natureza das atividades desenvolvidas e a capacidade de demonstrar o seu carácter de I&amp;D</u>.</p>
<p>A I&amp;D pode surgir em contextos muito distintos. Pode estar associada, entre outros, ao desenvolvimento de um novo produto, à melhoria significativa de um processo ou serviço, à criação de uma nova formulação, ao desenvolvimento de ecossistemas tecnológicos com desafios técnicos não resolvidos, à validação de novos materiais, à adaptação de conhecimento a uma realidade onde persistem incertezas não resolvidas.</p>
<p>Contudo, a existência de criatividade e novidade não é suficiente, por si só, para que uma atividade seja qualificada como I&amp;D. <b>Uma empresa pode inovar. Porém, para efeitos de SIFIDE, é necessário demonstrar que enfrentou um desafio técnico-científico cuja solução não era óbvia e que exigiu uma abordagem sistemática assente, principalmente, em estudo, experimentação, testes, análise crítica e desenvolvimento de conhecimento</b>.</p>
<p>Assim, o foco não deve estar apenas no resultado final, mas também no percurso realizado para o alcançar.</p>
<p>Perguntas como “Que incertezas existiam?”, “Que hipóteses foram testadas?”, “Que limitações técnicas foram ultrapassadas?”, “Que conhecimento foi desenvolvido?” e “Que metodologia foi seguida?” são fundamentais para compreender o potencial enquadramento de um projeto no SIFIDE.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Este aspeto é particularmente relevante para Pequenas e Médias Empresas (“PME”), que muitas vezes desenvolvem projetos de melhoria, adaptação tecnológica ou desenvolvimento de soluções próprias sem os reconhecerem como potenciais atividades de I&amp;D. Projetos que nascem de problemas concretos podem, em determinadas circunstâncias, evoluir para iniciativas com componente técnico-científica, desde que envolvam incerteza, experimentação e criação de conhecimento</span>.</p>
<p>R<b>elativamente às despesas potencialmente elegíveis, estas devem estar diretamente associadas às atividades de I&amp;D desenvolvidas</b>. Entre as categorias mais comuns encontram-se as despesas com os encarregados qualificados de I&amp;D, a aquisição de ativos fixos tangíveis, a contratação de serviços especializados, o recurso a entidades reconhecidas em matéria de I&amp;D, a utilização de matérias-primas e componentes utilizados em ensaios ou protótipos, bem como, outras despesas necessárias à execução e validação dos trabalhos.</p>
<p>No entanto, <u>a elegibilidade das despesas não depende apenas da sua natureza contabilística, mas sobretudo da sua relação direta com atividades de I&amp;D devidamente identificadas e justificadas</u>. Uma despesa, por si só, não torna um projeto elegível: é necessário demonstrar de que forma contribuiu para a superação de incertezas técnico-científicas no âmbito de um projeto estruturado.</p>
<p>Por esta razão, a documentação e o registo da evolução do projeto assumem um papel central na sustentação de uma candidatura robusta.</p>
<p>Com efeito, uma candidatura ao SIFIDE não deve ser encarada apenas como um exercício fiscal ou administrativo. <b>Trata-se de demonstrar, de forma clara, coerente e fundamentada, que as atividades de I&amp;D envolveram desafios técnico-científicos concretos, assentaram num trabalho criativo, com um carácter de novidade, e desenvolvido de forma estruturada, e que as despesas apresentadas estão devidamente associadas ao esforço realizado</b>.</p>
<p>Neste contexto, o acompanhamento especializado, como o potenciado pela Approach, é determinante. A análise técnica dos projetos permite distinguir atividades de melhoria ou inovação de atividades efetivas de I&amp;D, identificar despesas potencialmente elegíveis, estruturar a narrativa técnico-científica e apoiar a empresa na organização da documentação necessária. Mais do que submeter uma candidatura, importa garantir que o projeto é corretamente compreendido, enquadrado e demonstrado.</p>
<p>Explore mais sobre o SIFIDE no nosso&nbsp;<a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn&nbsp;</a>e&nbsp;<a href="https://www.approach.com.pt/" target="_blank" rel="noopener">website</a>. Também dispomos de recursos gratuitos e úteis para saber se os seus projetos apresentam potencial enquadramento em atividades de I&amp;D, nomeadamente, uma&nbsp;<a href="https://www.approach.com.pt/" target="_blank" rel="noopener"><i>checklist&nbsp;</i></a>simples e rápida.</p>								</div>
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		<title>Melhorar a eficiência produtiva em PME industriais: por onde começar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 08:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria Industrial]]></category>
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									<p>Num contexto industrial marcado pela pressão sobre custos, prazos, qualidade, sustentabilidade e capacidade de resposta ao mercado,<b> a eficiência produtiva assume um papel central na competitividade das empresas, independentemente do setor em que atuam</b>. <u>Para uma Pequena e Média Empresa (“PME”), é crucial compreender que melhorar o fluxo produtivo não significa, necessariamente, realizar investimentos avultados ou transformar integralmente a operação. Frequentemente, significa observar melhor, organizar melhor e decidir com base em dados, evidências e conhecimento real dos processos</u>.</p>
<p>O fluxo produtivo corresponde, de forma simples, à forma como materiais, pessoas, informação, equipamentos e tarefas se articulam ao longo do processo de produção. Quando este fluxo é claro, equilibrado e bem estruturado, a empresa tende a produzir com maior previsibilidade, menor desperdício e maior capacidade de resposta. Quando, pelo contrário, é marcado por movimentações desnecessárias, esperas, retrabalho, falta de normalização ou ausência de controlo visual, surgem perdas que nem sempre são imediatamente visíveis, mas que impactam diretamente a produtividade.</p>
<p>Neste sentido, <b>melhorar o fluxo produtivo começa, antes de tudo, por compreender o que acontece no terreno</b>.</p>
<p>Relatórios e indicadores são importantes, mas a análise operacional deve partir da observação direta dos processos, da escuta das equipas, e, da identificação dos pontos em que o valor é efetivamente criado. Só assim é possível distinguir atividades que acrescentam valor de atividades que apenas consomem tempo, recursos e energia.</p>
<p>Uma das primeiras medidas práticas passa pela <b>reorganização do <em>layout</em></b>.</p>
<p>Um <em>layout</em> pouco funcional pode originar deslocações excessivas, cruzamento de fluxos, perdas de tempo, dificuldades de abastecimento, para além de aumentar o risco de erros. Reorganizar o espaço produtivo, aproximando operações sequenciais e facilitando a circulação de materiais e pessoas, pode gerar ganhos significativos sem alterar a natureza do processo.</p>
<p>Associada ao <em>layout</em>, a <b>redução de movimentações desnecessárias</b> é outro fator crítico.</p>
<p>Cada deslocação sem valor acrescentado representa tempo perdido, desgaste operacional e, muitas vezes, maior probabilidade de falhas. A análise dos percursos realizados por operadores, matérias-primas, componentes ou produtos intermédios, permite identificar trajetos redundantes, zonas de congestionamento e oportunidades de simplificação. Ferramentas como o Diagrama de Spaghetti podem ser úteis para visualizar estas movimentações e apoiar decisões de melhoria.</p>
<p>Outro eixo essencial prende-se com a <b>normalização de processos</b>.</p>
<p>Em muitas PME industriais, o conhecimento operacional encontra-se fortemente dependente da experiência individual dos colaboradores. Embora essa experiência seja extremamente valiosa, a ausência de métodos normalizados pode gerar variações de execução, dificuldades na formação de novos recursos humanos, inconsistências de qualidade, e, em última instância, menor capacidade de controlo.</p>
<p><u>Normalizar não significa retirar autonomia às equipas, mas sim estabelecer uma base comum de trabalho, clara, documentada e passível de melhoria</u>.</p>
<p>A normalização pode materializar-se através de instruções de trabalho, <em>checklists</em>, parâmetros de operação, sequências de execução, critérios de qualidade, procedimentos de segurança ou métodos de controlo. Quando bem implementada, permite reduzir variabilidade, aumentar previsibilidade e criar condições para uma melhoria contínua mais sustentada.</p>
<p>O <b>equilíbrio de postos de trabalho</b> constitui, igualmente, uma medida relevante.</p>
<p>Num processo produtivo, a eficiência global não depende apenas da produtividade de cada posto isolado, mas da forma como todos os postos se articulam entre si. Um posto demasiado sobrecarregado pode tornar-se um gargalo, mas um posto subutilizado pode representar capacidade desperdiçada. A análise dos tempos de ciclo, das cargas de trabalho e das dependências entre operações permite redistribuir tarefas, ajustar recursos e criar um fluxo mais contínuo.</p>
<p>O <b>controlo visual</b> é outra ferramenta simples, mas altamente eficaz.</p>
<p>A gestão visual permite tornar a informação operacional mais acessível, imediata e compreensível para todos. Quadros de produção, sinalização de materiais, identificação de zonas, indicadores de desempenho, códigos de cores, cartões Kanban ou marcações no chão de fábrica, são exemplos de soluções que ajudam a reduzir dúvidas, facilitar decisões e promover maior autonomia das equipas.</p>
<p>Para além destas medidas, importa salientar a relevância da <b>medição</b>.</p>
<p>N<u>ão é possível melhorar de forma consistente aquilo que não é medido</u>. Indicadores como tempos de ciclo, taxas de retrabalho, paragens, níveis de stock, produtividade por posto, tempos de <em>setup</em>, cumprimento de prazos, ou, entre muitos outros exemplos, desperdício gerado, permitem acompanhar a evolução dos processos e avaliar o impacto das ações implementadas. Mais do que acumular dados, o objetivo deve ser selecionar indicadores úteis, compreensíveis e alinhados com os objetivos da empresa.</p>
<p>Neste contexto, a melhoria do fluxo produtivo não deve ser vista como uma intervenção pontual, mas como parte de um sistema de gestão mais amplo. É precisamente aqui que normas como a<b> ISO 9001</b> podem assumir relevância. <u>A ISO 9001, centrada nos sistemas de gestão da qualidade, valoriza a abordagem por processos, a melhoria contínua, a orientação para o cliente e o pensamento baseado no risco</u>. Para uma PME industrial, este enquadramento pode apoiar a identificação, documentação, controlo e melhoria dos processos produtivos.</p>
<p>Assim, a articulação entre práticas de melhoria operacional e referenciais normativos pode ser altamente estratégica. <u>As normas não devem ser encaradas apenas como requisitos formais ou exercícios documentais, mas como instrumentos que ajudam as empresas a estruturar processos, clarificar responsabilidades, medir desempenho, gerir riscos e promover melhoria contínua</u>.</p>
<p>A este nível, o apoio especializado pode desempenhar um papel determinante. <b>Uma análise externa dos processos permite identificar desperdícios, gargalos, fragilidades documentais, oportunidades de normalização e pontos de desalinhamento face a referenciais normativos</b>. Mais do que propor alterações isoladas, trata-se de compreender a operação como um sistema e apoiar a empresa na construção de processos mais eficientes, robustos e alinhados com os seus objetivos estratégicos.</p>
<p>Em suma, as empresas que compreendem os seus processos e os melhoram de forma sistemática estão mais bem preparadas para crescer e responder aos desafios futuros.</p>
<p>Explore mais sobre consultoria industrial, melhoria de processos e sistemas de gestão no nosso&nbsp;<a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank">LinkedIn&nbsp;</a>ou&nbsp;<a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank">contacte-nos</a>&nbsp;para perceber de que forma podemos apoiar a análise, estruturação e alinhamento dos processos da sua empresa com referenciais como a ISO 9001.</p>
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		<title>O erro de procurar incentivos só depois de investir</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IAPMEI]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Produtiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto empresarial em que a modernização, a digitalização, a sustentabilidade e a inovação são fatores cada vez mais determinantes para a competitividade, os sistemas de incentivos assumem um papel relevante no apoio às empresas que pretendem investir, crescer e transformar as suas operações. Seja através de incentivos financeiros, fiscais ou outros mecanismos de apoio ...</p>
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									<p>Num contexto empresarial em que a modernização, a digitalização, a sustentabilidade e a inovação são fatores cada vez mais determinantes para a competitividade, <strong>os sistemas de incentivos assumem um papel relevante no apoio às empresas que pretendem investir, crescer e transformar as suas operações</strong>.</p><p>Seja através de incentivos financeiros, fiscais ou outros mecanismos de apoio público, estas ferramentas podem representar uma oportunidade importante para reduzir o esforço de investimento, acelerar projetos estratégicos e aumentar a capacidade das empresas para responder aos desafios do mercado. No entanto, existe um erro frequente que continua a limitar o acesso de muitas organizações a estes apoios: procurar incentivos apenas depois de o investimento estar realizado ou já em curso.</p><p>À primeira vista, esta abordagem pode parecer lógica. A empresa identifica uma necessidade, toma uma decisão de investimento, avança com a aquisição de equipamentos, a contratação de serviços, a implementação de soluções tecnológicas ou a execução de obras e, posteriormente, procura perceber se existe algum apoio disponível. Contudo, no contexto dos sistemas de incentivos, esta sequência pode comprometer seriamente a elegibilidade do projeto.</p><p>Em muitos avisos, uma das condições essenciais prende-se com o momento em que as despesas são realizadas. Dependendo do programa e das regras aplicáveis, despesas efetuadas antes da submissão da candidatura podem não ser consideradas elegíveis. Isto significa que <strong>uma empresa pode ter um projeto com mérito, impacto e relevância estratégica, mas perder a oportunidade de apoio simplesmente porque avançou demasiado cedo.</strong></p><p>Este é, provavelmente, um dos aspetos mais subestimados na gestão de investimentos empresariais. A questão não está apenas em saber se a empresa tem um bom projeto, mas em perceber se esse projeto foi preparado, estruturado e iniciado no momento certo, de acordo com os requisitos do instrumento de apoio em causa.</p><p><span style="text-decoration: underline;">A preparação antecipada é, por isso, fundamental</span>. Procurar incentivos antes de investir permite analisar o enquadramento do projeto, identificar oportunidades disponíveis ou futuras, compreender os critérios de elegibilidade, planear a execução e ajustar o investimento às exigências do aviso. Esta análise prévia não significa condicionar a estratégia da empresa aos incentivos existentes, mas sim garantir que, sempre que possível, a decisão de investimento é tomada com informação completa e com menor risco de perda de oportunidade.</p><p>Adicionalmente, muitas vezes, a diferença entre uma candidatura robusta e uma candidatura frágil não está apenas no valor do investimento, mas na forma como o projeto é apresentado, justificado e alinhado com as prioridades do aviso.</p><p>Com efeito, os sistemas de incentivos não avaliam apenas a existência de despesas. Avaliam a coerência do projeto, o seu enquadramento estratégico, o grau de inovação ou transformação, o impacto esperado, a capacidade de execução da empresa, a adequação dos investimentos aos objetivos propostos e, frequentemente, o contributo para prioridades como a sustentabilidade, a digitalização, a competitividade, a criação de valor ou a coesão territorial.</p><p>Por esta razão, outro erro comum é assumir que uma candidatura é apenas um processo administrativo. Reunir documentos, preencher formulários e submeter informação são etapas importantes, mas não esgotam o trabalho necessário. <strong>Uma boa candidatura começa antes disso: começa na análise crítica do projeto, na identificação dos seus pontos fortes e vulnerabilidades, na leitura cuidada do aviso e na construção de uma narrativa coerente entre problema, investimento, objetivos e resultados esperados.</strong></p><p>É importante salientar que os investimentos não devem ser adaptados artificialmente a um aviso. Um incentivo deve apoiar uma estratégia empresarial, não substituí-la. No entanto, quando existe alinhamento entre o projeto da empresa e as prioridades do programa, uma preparação adequada pode permitir maximizar o potencial de apoio e evitar erros que, muitas vezes, só são identificados quando já não é possível corrigi-los.</p><p>A este nível, <span style="text-decoration: underline;">o acompanhamento especializado pode assumir um papel determinante.</span> Uma visão externa e experiente permite analisar o projeto de forma objetiva, identificar oportunidades de enquadramento, interpretar requisitos, alertar para limitações e apoiar a empresa na tomada de decisões informadas. Mais do que “fazer uma candidatura”, trata-se de acompanhar o investimento desde a fase de intenção até à execução, garantindo que cada decisão é tomada com consciência dos seus impactos.</p><p>Num ambiente em que os incentivos são competitivos, regulamentados e sujeitos a regras específicas, a antecipação é uma vantagem estratégica. <span style="text-decoration: underline;">As empresas que planeiam antes de executar estão mais preparadas para enquadrar os seus projetos, reduzir riscos e transformar investimentos em oportunidades efetivas de crescimento</span>.</p><p>Os incentivos não devem ser vistos como uma solução de última hora, mas como uma variável a considerar no planeamento estratégico do investimento. Quando bem analisados e corretamente integrados, podem contribuir para acelerar projetos, reforçar a competitividade e apoiar a transformação sustentável das empresas.</p><p>Explore mais sobre incentivos financeiros no nosso <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para perceber de que forma podemos apoiar a estruturação, candidatura e acompanhamento do seu projeto de investimento.</p>								</div>
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		<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2026/07/21/o-erro-de-procurar-incentivos-so-depois-de-investir/">O erro de procurar incentivos só depois de investir</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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		<title>Gemba Walks: Como a presença no terreno fortalece a melhoria contínua ao transformar observação em eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:51:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo da melhoria contínua e da Lean manufacturing existe um princípio fundamental: os problemas não se resolvem de forma remota. Para compreender plenamente os processos e encontrar oportunidades de melhoria, é necessário ir ao local onde as coisas acontecem. É exatamente disso que se trata o conceito de Gemba. Gemba é uma palavra japonesa ...</p>
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									<p>No mundo da melhoria contínua e da <em>Lean</em> <em>manufacturing</em> existe um princípio fundamental: os problemas não se resolvem de forma remota. Para compreender plenamente os processos e encontrar oportunidades de melhoria, é necessário ir ao local onde as coisas acontecem. É exatamente disso que se trata o conceito de <em>Gemba</em>.</p><p><strong><em>Gemba</em> é uma palavra japonesa que pode ser traduzida para “o lugar real”</strong>, <em>i.e.</em>, o local onde de facto o valor é criado e os processos ganham vida. Na indústria, o <em>Gemba</em> é o chão de fábrica e a essência do conceito é simples:<span style="text-decoration: underline;"> a verdadeira compreensão do que acontece numa operação só pode ser obtida no próprio local, observando atividades, interações, fluxos de trabalho, etc., no seu contexto real</span>. Relatórios, <em>dashboards</em> ou reuniões podem fornecer dados e números (cuja importância e relevância é de salientar), no entanto, não mostram as <em>nuances</em>, os obstáculos ocultos ou as pequenas ineficiências que impactam o quotidiano operacional.</p><p>A <em>Gemba Walk</em> é, portanto, uma prática <em>Lean</em> que determina que os líderes, diretores, gestores, etc., devem ir ao “lugar real”. E, <span style="text-decoration: underline;">mais do que uma visita pontual, a <em>Gemba Walk</em> deve ser uma filosofia de gestão: estar presente, entender os processos na prática e apoiar a melhoria contínua baseada em evidências reais</span>. Ao contrário de auditorias formais ou reuniões estratégicas, que muitas vezes se baseiam apenas em relatórios e indicadores, a <em>Gemba Walk</em> enfatiza a importância da observação direta e do contato humano.</p><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-12311 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-300x200.jpg" alt="" width="346" height="230" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-300x200.jpg 300w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-1024x683.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-768x512.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-1536x1024.jpg 1536w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px" /></p><p>Esse conhecimento profundo do chão de fábrica é essencial para fortalecer a melhoria contínua das atividades. De facto, um dos principais impactes desta prática <em>Lean</em> prende-se com a eficiência operacional. <strong>A observação direta de processos permite identificar e eliminar desperdícios, otimizar fluxos produtivos, etc</strong>.</p><p>A título de exemplo, na indústria transformadora, pequenas mudanças na organização de ferramentas, no sequenciamento de operações ou na disposição de equipamentos, podem gerar ganhos significativos de tempo e produtividade. Adicionalmente, essa prática cria um canal de comunicação direto entre gestores e colaboradores, valorizando o conhecimento prático das equipas &#8211; que, frequentemente, detêm <em>insights</em> essenciais para a melhoria dos processos -, e, mitigando um dos desperdícios <em>Lean</em>: o subaproveitamento do talento humano.</p><p>Ao acompanhar de perto cada etapa, torna-se possível antecipar problemas, corrigir falhas em tempo real e implementar soluções preventivas. Em setores industriais complexos, essa abordagem pode representar a diferença entre perdas financeiras ocultas significativas, e, operações eficientes e sustentáveis. A <em>Gemba Walk</em> promove, ainda, uma mudança cultural duradoura pois, uma vez colocada em prática como filosofia de gestão, as organizações passam a valorizar a observação baseada em factos, a aprendizagem constante e a colaboração entre todos os níveis hierárquicos.</p><p><span style="text-decoration: underline;">Cada caminhada pelo <em>Gemba</em> reforça a importância de entender os processos na prática e de transformar cada <em>insight</em> em melhorias tangíveis</span>.</p><p>Neste contexto, a atuação de um serviço de consultoria especializado torna-se decisiva. Profissionais especializados auxiliam as empresas a estruturar estas caminhadas de forma eficiente, garantindo que cada visita ao chão de fábrica resulta em ações estratégicas e melhorias sustentáveis. Consultores fornecem uma visão externa, capaz de identificar problemas que podem passar despercebidos para quem está imerso no quotidiano operacional.</p><p>Com o suporte estratégico de consultoras industriais, a <em>Gemba Walk</em> torna-se ainda mais potente, consolidando uma cultura de excelência operacional que permeia todos os níveis da organização e assegura resultados sustentáveis no longo prazo.</p><p>Explore mais sobre o nosso serviço de consultoria industrial no nosso <em>blog</em> ou no <em><a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a></em>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber como podemos auxiliar a sua empresa no aumento da eficiência e produtividade.</p>								</div>
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		<title>Eficiência operacional com propósito: Como a metodologia Lean define a sustentabilidade das operações</title>
		<link>https://www.approach.com.pt/2025/09/30/eficiencia-operacional-com-proposito-como-a-metodologia-lean-define-a-sustentabilidade-das-operacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 15:15:15 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/30/eficiencia-operacional-com-proposito-como-a-metodologia-lean-define-a-sustentabilidade-das-operacoes/">Eficiência operacional com propósito: Como a metodologia Lean define a sustentabilidade das operações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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									<p>Com a evolução da sociedade em todas as suas vertentes, atualmente, na indústria, <strong>a eficiência já não é somente uma questão de competitividade, mas também de responsabilidade</strong>, estando a segunda a influenciar fortemente e diretamente a primeira. Os <em>players</em> que apostam em medidas de responsabilidade ambiental e social, ditam o mercado e as tendências. Neste contexto, a metodologia <em>Lean</em> ganha uma nova dimensão, ao passar a ser encarada como dois eixos complementares: como ferramenta de melhoria operacional; e, como aliada estratégica no caminho para a sustentabilidade.</p><p>Quando se pensa em sustentabilidade, a ligação mais direta e comum é a associação desse conceito a ações ambientais isoladas e amplamente faladas. Todos nós iremos, inconscientemente, pensar em ações de reciclagem ou uso de fontes de energia renovável. E, embora a consciencialização da sociedade para com estas questões esteja na base da valorização da sustentabilidade, a um nível industrial é necessário reconhecer que este conceito começa na produção. É precisamente nesta fase que entra a metodologia <em>Lean</em>.</p><p>De facto, desde a sua origem no Sistema de Produção da <em>Toyota</em>, <strong>a metodologia <em>Lean</em> assenta num princípio basilar de eliminação de desperdícios de recursos temporais, materiais, e, humanos</strong>. É o chamado <em>muda</em>. A redução destes desperdícios permite aumentar a eficiência operacional e a produtividade geral, sendo essa a razão que leva a metodologia <em>Lean</em> a ser tão altamente aclamada na indústria e uma referência desde os primeiros desenvolvimentos da mesma por parte da <em>Toyota</em> na década de 50.</p><p>No entanto, <span style="color: #f61a24;">reduzir o <em>muda</em> não se trata somente de fazer mais com menos, mas sim de fazer melhor e com propósito, sendo crucial compreender a estreita relação entre os desperdícios que afetam produções e atividades, com os que mais impacte possuem no ambiente</span>.</p><p>Pense-se no seguinte: quando se produz de forma otimizada, reduzem-se consumos energéticos associados a tempos de produção sem valor agregado; quando se evitam ações de retrabalho e defeitos, é minimizado o uso de matéria-prima e o descarte de produtos; quanto se otimizam <em>layouts</em> e rotas de logística, reduz-se o consumo energético e as emissões de dióxido de carbono; e, entre muitos outros exemplos, quando se potencia a otimização de <em>stocks</em>, reduz-se o consumo energético (<em>e.g.</em>, para ações de climatização em indústrias específicas).</p><p><strong>Cada melhoria operacional, por mais pequena que possa parecer, é uma micro ação de sustentabilidade</strong> que, quando analisada à luz de atividades globais ao longo do tempo, resulta em operações mais eficientes e numa pegada ambiental menor. E, embora seja fundamental apontar que a maioria destas ações começa como uma decisão económica, a realidade é que essa decisão se torna num motor de impacte ambiental positivo, passando a ser um ato de responsabilidade por parte das empresas.</p><p><img decoding="async" class=" wp-image-12291 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-200x300.jpg" alt="" width="240" height="361" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-1365x2048.jpg 1365w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />Com efeito, esse ato de responsabilidade, é, atualmente, altamente considerado e procurado pelos consumidores, com diversos estudos a apontarem a forte influência do fator “sustentabilidade” numa decisão. Os paradigmas de consumo estão a mudar como resultado da crescente consciencialização da sociedade para com questões de responsabilidade ambiental e da preocupação com as alterações climáticas. Como tal, as indústrias devem acompanhar essa transformação, procurando evoluir de forma alinhada com as variáveis que hoje determinam uma decisão de compra.</p><p>Isso é possível através da metodologia <em>Lean</em> e das ferramentas associadas, concebidas para o aumento da eficiência através da redução de desperdícios, cujo impacte ambiental deve ser reconhecido. No contexto desta metodologia, ferramentas como o <em>Kaizen</em> (“melhoria contínua”), 5S, <em>Value Stream Mapping</em> (VSM), Diagrama de <em>Spaghetti</em>, <em>Kanban</em>, entre muitas outras, aliadas às 7 Ferramentas da Qualidade (diagrama de <em>Ishikawa</em>, diagrama de <em>Pareto</em>, folha de verificação, histograma, cartas de controlo, diagrama de dispersão, e, fluxograma) e outras complementares (<em>e.g.</em>, ciclo PDCA, <em>six sigma</em>, 5W2H), são fundamentais.</p><p>Ao fornecerem uma visão externa e objetiva da atividade de uma empresa, serviços de consultoria industrial podem indubitavelmente participar ativamente no alcance dessa transformação, realizando um mapeamento detalhado de processos produtivos, detetando gargalos, desperdícios, e, ineficiências, que muitas vezes passam despercebidos internamente.</p><p>Esses serviços especializados, com <em>know-how</em> e insights únicos e não enviesados, permitem potenciar a eficiência operacional através da redução do <em>muda</em>, e, por conseguinte, a sustentabilidade económica e ambiental de uma empresa. <strong>Não é suficiente garantir o crescimento de uma empresa. É preciso fazê-lo de forma responsável e consciente perante questões emergentes de preocupação ambiental.</strong> Somos responsáveis por proteger o nosso planeta e garantir a sua manutenção para as gerações futuras. Essa responsabilidade começa em cada um de nós e no que fazemos, incluindo as atividades em que operamos.</p><p>Explore mais sobre o nosso serviço de consultoria industrial no nosso blog ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber como podemos auxiliar a sua empresa no aumento da eficiência e produtividade.</p>								</div>
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		<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/30/eficiencia-operacional-com-proposito-como-a-metodologia-lean-define-a-sustentabilidade-das-operacoes/">Eficiência operacional com propósito: Como a metodologia Lean define a sustentabilidade das operações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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		<title>A agricultura no século XXI: Entre a inovação tecnológica e a sustentabilidade ecológica</title>
		<link>https://www.approach.com.pt/2025/09/30/a-agricultura-no-seculo-xxi-entre-a-inovacao-tecnologica-e-a-sustentabilidade-ecologica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:56:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto global marcado por crescentes incertezas geopolíticas, alterações climáticas, e, pressões sobre os recursos naturais, o setor agrícola enfrenta um dos maiores desafios da sua história contemporânea: produzir mais com menos, e, de forma sustentável. Esta exigência não se resume a uma mera retórica ambientalista, constituindo sim, uma imperativa reconfiguração estrutural dos sistemas agroalimentares, ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/30/a-agricultura-no-seculo-xxi-entre-a-inovacao-tecnologica-e-a-sustentabilidade-ecologica/">A agricultura no século XXI: Entre a inovação tecnológica e a sustentabilidade ecológica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="12283" class="elementor elementor-12283">
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									<p>Num contexto global marcado por crescentes incertezas geopolíticas, alterações climáticas, e, pressões sobre os recursos naturais, <strong>o setor agrícola enfrenta um dos maiores desafios da sua história contemporânea: produzir mais com menos, e, de forma sustentável</strong>. Esta exigência não se resume a uma mera retórica ambientalista, constituindo sim, uma imperativa reconfiguração estrutural dos sistemas agroalimentares, numa ótica de resiliência, circularidade, e, inovação sistémica.</p><p>Em concreto, os desafios do século XXI – como, a título de exemplo, as alterações climáticas, a degradação do solo, a escassez hídrica, e, a crescente volatilidade dos mercados – impõem a necessidade de transitar para uma agricultura de precisão e regenerativa, sustentada por conhecimento técnico-científico e por soluções inovadoras.</p><p>É neste contexto que emerge com particular relevância o conceito de <span style="color: #f61a24;">agrotecnologia</span> &#8211; <span style="text-decoration: underline;">a convergência entre as ciências agrárias, a engenharia, e, a inteligência computacional, orientada para a otimização dos sistemas produtivos agrícolas</span>.</p><p>Ferramentas como a monitorização remota por satélite, os sistemas de gestão agrícola baseados em dados georreferenciados, as plataformas digitais de rastreabilidade alimentar, os bioestimulantes de nova geração, ou, entre outras, as técnicas de agricultura conservacionista, têm vindo a transformar profundamente as práticas agrícolas, permitindo a otimização do uso dos fatores de produção, a mitigação do impacto ambiental, e, o aumento da eficiência energética.</p><p>Paralelamente, a consolidação de sistemas de inteligência territorial baseados em dados tem potenciado uma nova forma de planear e executar a atividade agrícola. Plataformas de apoio à decisão, sistemas de previsão meteorológica de alta resolução, modelação de riscos agroclimáticos, e, algoritmos preditivos de pragas e doenças, permitem antecipar variabilidades, otimizar práticas, e, inerentemente, reduzir perdas, incrementando a resiliência operacional das explorações.</p><p>No entanto, importa sublinhar que <span style="color: #f61a24;">a transição para sistemas agrotecnológicos não se esgota na digitalização ou na automatização de processos</span>. Trata-se, acima de tudo, de um reposicionamento estratégico do setor agrícola, que requer investimento em competências técnicas, investigação aplicada, experimentação em contexto real, e, transferência de conhecimento entre academia, empresas, e, produtores. A agrotecnologia, para criar verdadeiro impacto, deve ser acessível, escalável, e, adaptada às realidades territoriais e climáticas de cada região. Neste sentido, <b>a verdadeira eficácia das estratégias agrotecnológicas e sustentáveis reside na sua capacidade de se moldarem às especificidades territoriais</b>.</p><p><img decoding="async" class=" wp-image-12284 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-200x300.jpg" alt="" width="230" height="345" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture.jpg 1280w" sizes="(max-width: 230px) 100vw, 230px" />A agricultura portuguesa, fortemente marcada pela diversidade agroecológica, exige abordagens diferenciadas que respeitem os saberes endógenos, aproveitem os recursos locais, e, em simultâneo, respondam aos desafios concretos de cada ecossistema. A inovação orientada para o território é, por isso, condição indispensável para a inclusão dos pequenos e médios produtores, bem como, para o fortalecimento da coesão social e económica dos territórios rurais.</p><p>Simultaneamente, <b>o conceito de agricultura sustentável ganha expressão não apenas como resposta aos desafios ambientais, mas, como pilar de um novo contrato social entre produção e sociedade</b>. A integração de práticas agroecológicas, a preservação da biodiversidade funcional, o uso eficiente da água, a redução da pegada de carbono, e, o fortalecimento das cadeias curtas de abastecimento, são exemplos concretos de estratégias que conjugam inovação com responsabilidade. A sinergia entre agrotecnologia e sustentabilidade representa, assim, uma via crítica para assegurar a segurança alimentar das populações, o rendimento dos produtores, e, a integridade dos ecossistemas agrícolas. Trata-se de fomentar um setor primário que não só produza mais e melhor, mas que também restaure, preserve, e, valorize o capital natural, contribuindo para a neutralidade carbónica, a justiça social, e, a competitividade do território.</p><p>Desta forma, a agricultura do futuro será aquela que conseguir conciliar tecnologia e tradição, ciência e prática, produtividade e preservação. Esta transformação exige coragem política, visão estratégica, e, uma cultura de inovação aberta.</p><p>Neste ecossistema, <u>instrumentos estruturantes como o Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) assumem particular relevância</u>, ao proporcionarem mecanismos de apoio financeiro, técnico, e, formativo, que promovem a adoção de práticas sustentáveis, a modernização das explorações, e, a valorização dos territórios rurais. Ao alinhar os objetivos ambientais, económicos, e, sociais da agricultura portuguesa com as diretivas europeias, <span style="color: #f61a24;">o PEPAC constitui-se como um catalisador da transição sistémica, viabilizando uma agricultura que seja, simultaneamente, resiliente, competitiva, e, regenerativa</span>.</p><p>Explore mais sobre o PEPAC no nosso <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber se o seu projeto é elegível face às diretrizes do PEPAC ou de algum outro programa de incentivo fiscal e financeiro.</p>								</div>
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		<title>Indústria 5.0: Regresso às origens e alavanca de I&#038;D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:52:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 1ª Revolução Industrial (Indústria 1.0) iniciou-se no final do século XVIII, marcada pela mecanização da produção, com a introdução de máquinas a vapor e teares mecânicos como substitutos do trabalho manual e potenciadores de produtividade. A Indústria 2.0 surgiu no final do século XIX e início do século XX, consubstanciada em linhas de montagem ...</p>
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									<p>A 1ª Revolução Industrial (Indústria 1.0) iniciou-se no final do século XVIII, marcada pela mecanização da produção, com a introdução de máquinas a vapor e teares mecânicos como substitutos do trabalho manual e potenciadores de produtividade. A Indústria 2.0 surgiu no final do século XIX e início do século XX, consubstanciada em linhas de montagem (e produção em massa), sendo prosseguida pela Indústria 3.0, a partir da década de 1970, com a introdução da automação e computação.</p><p>Atualmente, o setor industrial encontra-se na Indústria 4.0 (“I4.0”), caracterizada pelas fábricas inteligentes baseadas na digitalização e integração de tecnologias avançadas, como, a título de exemplo, <em>Internet</em> das Coisas, Inteligência Artificial, <em>Big Data</em>, e, entre outras, <em>Cloud Computing</em>. No entanto, já é possível identificar um novo paradigma emergente – a <strong>Indústria 5.0 (“I5.0”)</strong>, <span style="text-decoration: underline;">entendida como a combinação do fator humano (<em>i.e.</em>, inteligência emocional e criatividade), com a produtividade dos equipamentos (<em>i.e.</em>, precisão e eficiência das máquinas)</span>.</p><p>É interessante verificar que, desde a 1ª Revolução Industrial, o foco da evolução prende-se com a evolução técnica e tecnológica fabril, inferindo-se, portanto, a relevância da reintrodução do foco no Homem com a I5.0. De facto, a I4.0 potenciou um progresso tecnológico exponencial a ritmos mais céleres que a própria evolução da sociedade, o que, por um lado, se evidencia como altamente significativo em múltiplos aspetos do quotidiano e até campos de investigação (<em>e.g.</em>, a identificação precoce de doenças), mas, por outro lado, aumentou uma narrativa emergente de preocupação (<em>e.g.</em>, em termos de privacidade e segurança dado o aumento do cibercrime, desemprego tecnológico, impacte ambiental associado ao descarte de dispositivos tecnológicos rapidamente ociosos, etc.).</p><p>A nova abordagem industrial, a I5.0, verifica-se, portanto, altamente pertinente, ao voltar a introduzir a importância do fator humano, que, desde o final do século XVIII tem sido, progressivamente, colocado em segundo lugar, a favor de toda a medida tecnologicamente inovadora que potenciasse o aumento da produtividade em geral. Este novo (mas “tradicional”) foco no fator humano, revela-se, em maior medida, relevante, quando se reflete sobre a enorme revolução tecnológica potenciada pela I4.0.</p><p>Pense-se nos robôs humanoides criados, como, a título de exemplo, o <em>Optimus</em> (<em>Tesla Bot</em>), desenvolvido pela <em>Tesla</em>, que pode mover-se apoiado em duas pernas e interagir com o mundo físico com um par de braços e mãos. O foco nos seres humanos na indústria está a diminuir de tal modo, que este é um exemplo de múltiplos no que se refere a robôs humanoides.</p><p><strong>É neste contexto que se reafirma a emergente importância do novo paradigma I5.0, que visa voltar a introduzir na equação produtiva os seres humanos como variável não substituível, mas sim, valorizada e aclamada</strong>. Note-se que, por muita novidade tecnológica que possa ser introduzida, a essência humana permitiu à sociedade as maiores evoluções científicas, humanas, sociais, etc., na história. Afinal, foi o Homem que inventou a roda, que pisou a Lua, que compreendeu como se desenvolveu o Universo há 14 biliões de anos, que desenvolveu a medicina, a matemática, a engenharia, a filosofia, a literatura, a biologia, a física e a química, e que, em última instância, potenciou todo o desenvolvimento tecnológico do mundo como o conhecemos hoje, incluindo todo o progresso que sustenta a I4.0.</p><p>Assim<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-12274 alignleft" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-200x300.jpg" alt="" width="208" height="312" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-1365x2048.jpg 1365w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" />, e, numa era tecnológica em que se levantam questões em torno da dúvida sobre onde colocar um limite e até onde é correto e ético ir, <span style="text-decoration: underline;">este “regresso às origens” industriais potenciado pela I5.0, é, como tal, fundamental e entendido como potenciador de esperança para o futuro</span>. <strong>Mais que isso, a combinação do potencial da essência humana com o progresso tecnológico industrial, materializa-se numa abordagem com potencial sem precedentes</strong>. A evolução tecnológica é tal que, quando combinada com a inteligência e pensamento crítico humano, se verifica como meio para investigações, desenvolvimentos, e, descobertas sem precedentes até então.</p><p>Com efeito, a I5.0 vem, adicionalmente, verificar-se como desbloqueador e alavanca de Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) inovadora e expressivamente crítica numa altura em que as preocupações da sociedade referentes ao futuro são diversas – em questões de responsabilidade social e ambiental. Efetivamente, <strong>o espaço para a evolução técnico-científica em paridade com a valorização do “tradicional” papel do Homem</strong> como fomentador da criatividade e essência singular a montante de qualquer projeto de I&amp;D, <strong>potencia, de forma indubitável,</strong> <strong>uma crescente margem de I&amp;D</strong> <strong>que permita atender a necessidades alinhadas com as preocupações futuras</strong>, em consequência da análise do passado e do presente a nível tecnológico, económico, ambiental, social, etc.</p><p>Ora, acompanhando o potencial da evolução da I&amp;D consubstanciada na I5.0, é de salientar um apoio às organizações que desempenham atividades desta natureza – o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE). <span style="text-decoration: underline;">O SIFIDE visa apoiar o esforço em I&amp;D empreendido pelas empresas, através da dedução à coleta do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRC) das despesas referentes às atividades desempenhadas para esse fim</span>.</p><p>Em suma, evidenciando-se a importância da adoção da emergente I5.0 como meio para “regressar às origens”, e, a sua capacidade para potenciar I&amp;D inovadora, criativa, e, relevante, salienta-se que, estruturando e organizando a sua I&amp;D de forma robusta, as organizações contribuem para uma narrativa de progresso, e, tornam-se elegíveis para o <em>supra</em>mencionado benefício fiscal.</p><p>Explore mais sobre o SIFIDE no nosso blog ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber se o seu projeto é elegível face às diretrizes do SIFIDE ou em algum programa de incentivo.</p>								</div>
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		<title>A química no caminho da sustentabilidade através de I&#038;D: Soluções para um mundo melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 16:44:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde os tempos da Antiguidade até à ciência moderna, a Química tem estado, essencialmente, ligada ao desenvolvimento da humanidade, permitindo avanços extraordinários ao longo de diferentes áreas. Desde a medicina até à tecnologia, têm ocorrido múltiplas descobertas químicas críticas, destacando-se a síntese de antibióticos e vacinas que revolucionaram o tratamento e a prevenção de doenças, ...</p>
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									<p>Desde os tempos da Antiguidade até à ciência moderna, a Química tem estado, essencialmente, ligada ao desenvolvimento da humanidade, permitindo avanços extraordinários ao longo de diferentes áreas. Desde a medicina até à tecnologia, têm ocorrido múltiplas descobertas químicas críticas, destacando-se a síntese de antibióticos e vacinas que revolucionaram o tratamento e a prevenção de doenças, entre outras inovações que transformaram diversas indústrias &#8211; <em>e.g.</em>, desenvolvimento de biocombustíveis (setor energético), de materiais mais leves e resistentes (setor da construção e automóvel), de medidas de segurança alimentar (setor alimentar), entre outros.</p><p>No entanto, todo este progresso teve um custo ambiental, carregando consigo desafios ambientais e sociais que não podem ser ignorados. De facto, a produção em larga escala de plásticos, fertilizantes, combustíveis, e, medicamentos transformou a sociedade tal como hoje a conhecemos, contudo, a dependência de recursos fósseis, a emissão de poluentes, e, a acumulação de resíduos não biodegradáveis culminaram na contaminação do solo, da água e do ar, comprometendo diversos ecossistemas, e, sobretudo a biodiversidade.</p><p>É fundamental que a evolução dos processos produtivos e da investigação geral, seja orientada para a minimização dos impactes ambientais, promovendo a eficiência na utilização de recursos, a redução de resíduos, e, a adoção de soluções ecológicas e ambientalmente responsáveis. <strong>Só desta forma será possível garantir, não apenas o bem-estar do planeta, mas, também, um futuro mais saudável e equilibrado para as gerações futuras</strong>.</p><p>Perante este cenário, é indispensável e imperial que a Química se una à sustentabilidade. Assim, <span style="color: #f61a24;">a Química deve, portanto, ser capaz de conciliar progresso e responsabilidade ambiental, desenvolvendo novas alternativas inovadoras que atendam às necessidades atuais e futuras da sociedade, sem comprometer os recursos naturais essenciais à vida</span>.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12243 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/fontes-de-energia-sustentavel-renovavel-de-protecao-ambiental-planta-crescendo-no-bulbo-com-icones_38391-1377.avif" alt="" width="353" height="235" />Diante desta problemática, nos últimos anos, o conceito de Química Verde tem-se consolidado como um dos pilares fundamentais para a transição rumo à sustentabilidade. A crescente consciencialização sobre o potencial da indústria química perante questões ambientais emergentes, tem impulsionado inovações e soluções que procuram corresponder às necessidades atuais da sociedade, e, preservar os recursos naturais para as gerações futuras. Entre as inovações impulsionadas pela Química Verde destacam-se:</p><p>&#8211; Os materiais biodegradáveis e bioplásticos, que oferecem soluções sustentáveis para o problema dos resíduos plásticos &#8211; reconhecidos como os principais poluentes dos oceanos e ecossistemas -, sendo de notar uma das grandes apostas atuais referente à fabricação de bioplásticos a partir de fontes renováveis como amido e cana-de-açúcar, face ao seu potencial para redução da quantidade de plástico não biodegradável no ambiente;</p><p>&#8211; A catálise sustentável, capaz de reduzir o consumo de energia, bem como, de otimizar recursos e a economia circular que promove o reaproveitamento de resíduos industriais;</p><p>&#8211; A captura e reutilização de CO2 e a sua conversão em compostos químicos úteis, como combustíveis sintéticos, a qual se verifica uma abordagem promissora para combater as alterações climáticas, pois, além de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, esta tecnologia transforma o CO2 num recurso valioso, auxiliando na transição para uma economia de carbono reduzido;</p><p>&#8211; O Hidrogénio Verde, cuja produção utilizando fontes de energia renováveis, tem ganho destaque como uma alternativa limpa para os combustíveis fósseis; e, entre outras,</p><p>&#8211; A substituição da dependência de fontes fósseis por fontes renováveis, como biomassa e resíduos agrícolas, a qual se tem tornado uma estratégia com potencial significativo para garantir matérias-primas para os processos químicos e a sustentabilidade dos recursos, bem como, para reduzir o impacte ambiental associado à extração de recursos naturais não renováveis.</p><p>Estes princípios, baseados na indústria química, estão, portanto, a reformular paradigmas, abrindo caminho para um futuro mais sustentável. Com efeito, <strong>com o avanço da Química Verde, as inovações (e o conhecimento intrínseco) desenvolvidas ao longo da história podem e devem, agora, ser direcionados para a correção de erros do passado</strong>, <span style="color: #f61a24;">com o objetivo de desenvolver soluções que atendam às necessidades da sociedade, sem comprometer os recursos naturais ou a saúde do planeta</span>.</p><p>O futuro da Química está, sem dúvida, entrelaçado com a responsabilidade ambiental, cabendo à humanidade garantir que o progresso científico e tecnológico continue a ser uma força propulsora de inovação e sustentabilidade para um mundo melhor.</p><p>A sustentabilidade química não é apenas uma tendência, mas sim uma necessidade global. Desta forma, as empresas do setor químico estão a apostar, cada vez mais, em Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D), desenvolvendo soluções que promovem a eficiência e sustentabilidade de processos e tecnologias, e, reduzem a pegada ecológica. Neste contexto, <strong>incentivos como o Sistema de Incentivos Fiscais à I&amp;D Empresarial (SIFIDE) desempenham um papel essencial</strong>, permitindo às empresas investir em atividades de cariz investigacional, enquanto beneficiam de vantagens fiscais. Este apoio ajuda a transformar ideias inovadoras em soluções reais para um mundo mais sustentável.</p><p>Em suma, a responsabilidade ambiental deve ser uma prioridade, assegurando que a ciência e a inovação possam continuar a transformar o mundo sem causar danos irreparáveis. A colaboração entre empresas, governos, e, sociedade, será essencial para tornar a sustentabilidade química uma realidade global, garantindo um património que preserve o planeta para as próximas gerações.</p><p>Explore mais sobre o SIFIDE no nosso blog ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach. Ainda, com a nossa <a href="https://www.approach.com.pt/sifide/">checklist</a> rápida pode averiguar a elegibilidade do seu projeto.</p>								</div>
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		<title>O papel do Ecodesign na transição para uma Economia Circular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 15:48:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de ecodesign assume um papel central na transformação das indústrias e dos respetivos sistemas produtivos, revelando-se como uma estratégia crucial para enfrentar os desafios ambientais globais e impulsionar a transição para uma economia verdadeiramente circular. Desta forma, o ecodesign não se limita à escolha de materiais “verdes”, albergando um conjunto de decisões que ...</p>
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									<p>O conceito de <em>ecodesign</em> assume um papel central na transformação das indústrias e dos respetivos sistemas produtivos, revelando-se como uma estratégia crucial para enfrentar os desafios ambientais globais e impulsionar a transição para uma economia verdadeiramente circular.</p><p>Desta forma, o <em>ecodesign</em> não se limita à escolha de materiais “verdes”, albergando um conjunto de decisões que vão desde a durabilidade do produto, facilidade de reparação e desmontagem, eficiência energética do processo de fabrico, reutilização de componentes, até à incorporação de materiais reciclados e renováveis, tratando-se, portanto, de <strong>desenhar com propósito, tendo em conta o equilíbrio de dois eixos: a utilidade e funcionalidade para o consumidor final; e, o bem-estar do planeta</strong>.<br />O <em>ecodesign</em> tornou-se uma <span style="color: #f61a24;">ferramenta chave no modelo da economia circular</span>, uma vez que permite criar produtos adaptados a ciclos técnicos (com componentes técnicas de funcionalidade, utilidade, <em>performance</em>, etc.), integrando aspetos cruciais que permitam, de um ponto de vista ecoeficiente, <span style="color: #f61a24;">promover a reutilização, reciclagem, regeneração, e, de modo geral, a redução do desperdício</span> (a título de exemplo, através do uso de materiais biodegradáveis e compostáveis).</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12233 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-200x300.jpg" alt="" width="228" height="342" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-1365x2048.jpg 1365w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 228px) 100vw, 228px" />Em concreto, entre os exemplos de diversas soluções baseadas em <em>ecodesign</em>, algumas das mais impactantes no nosso quotidiano prendem-se com: <em>(i)</em> as embalagens biodegradáveis e reutilizáveis, produzidas com o intuito de reduzir a pegada de carbono e a produção de resíduos plásticos; <em>(ii)</em> os têxteis circulares, fabricados com materiais reciclados e processos menos poluentes, responsáveis por reduzir o consumo de água e energia; e, entre outros, <em>(iii)</em> o mobiliário e objetos de construção ecológicos, criados com materiais recicláveis e com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis. Estas abordagens não só reduzem o impacte ambiental, como também aumentam a eficiência de recursos, melhoram a imagem das marcas, e, alinham as empresas com as regulamentações ambientais e sobretudo com os consumidores, também eles cada vez mais exigentes e preocupados com as questões ambientais.</p><p>Apesar da amplitude setorial da aplicação do conceito de <em>ecodesign</em>, a sua implementação requer, frequentemente, atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) aplicadas e robustas, exigindo, muitas vezes, a superação de desafios técnicos, tecnológicos, e científicos, o que obriga ao investimento contínuo em I&amp;D por parte das empresas. A inovação em materiais avançados, a engenharia de processos sustentáveis e a digitalização de produtos, são alguns dos eixos de atuação que tornam a I&amp;D essencial para a implementação eficaz do <em>ecodesign</em>.</p><p>Assim, dada a sua forte componente investigacional, muitos projetos de ecodesign podem ser enquadrados no <strong>Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE)</strong>. Importa realçar, ainda, que projetos associados a práticas de conceção ecológica de produto, podem ter uma majoração adicional nas despesas elegíveis, aumentando o incentivo à inovação sustentável.</p><p>Em síntese, o <em>ecodesign</em> não é apenas uma tendência, mas sim uma ferramenta poderosa para criar um futuro mais sustentável, regenerativo e inteligente. Apostar no <em>ecodesign</em> é, por isso, investir num modelo de inovação que respeita os limites do planeta, valoriza os recursos, e posiciona as empresas na vanguarda da economia verde.</p><p style="text-align: left;">Se tem um projeto de <em>ecodesign</em> inovador, contacte-nos para saber de que forma pode usufruir do SIFIDE. Auxiliamos em todas etapas do processo de candidatura a esse benefício fiscal.</p><p style="text-align: left;">Explore mais sobre o SIFIDE no nosso <em>blog</em> ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn</a> da Approach.</p>								</div>
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		<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/29/o-papel-do-ecodesign-na-transicao-para-uma-economia-circular/">O papel do Ecodesign na transição para uma Economia Circular</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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		<title>Benefícios fiscais: Kaizen como alavanca de projetos de I&#038;D inovadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 10:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[I&D]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[SIFIDE]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inerente à criação de conhecimentos, estão atividades de Investigação e Desenvolvimento (“I&#38;D”) técnica e cientificamente inovadoras. A I&#38;D molda o mundo e impulsiona a evolução permanente e célere da sociedade. Assim, como forma de apoio às organizações que desempenham atividades desta natureza, surge o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”).O SIFIDE ...</p>
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									<p>Inerente à criação de conhecimentos, estão atividades de Investigação e Desenvolvimento (“I&amp;D”) técnica e cientificamente inovadoras. A I&amp;D molda o mundo e impulsiona a evolução permanente e célere da sociedade. Assim, como forma de apoio às organizações que desempenham atividades desta natureza, surge o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“<span style="color: #f61a24;">SIFIDE</span>”).<br /><span style="text-decoration: underline;">O SIFIDE visa, portanto, apoiar o esforço em I&amp;D das empresas</span>, através da dedução à coleta do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (“IRC”) das despesas relativas a essas atividades. Ora, <strong>para que as empresas possam usufruir deste benefício, é fundamental a organização e boa estruturação das atividades de I&amp;D</strong>, pois, apenas desse modo, se torna possível a criação de estudos sobre ideias, princípios ou hipóteses que agreguem valor efetivo ao contexto em que se inserem.</p><ul><li>Nesse sentido, existem normas específicas, nomeadamente, (i) a NP4457, a nível nacional, que especifica os requisitos para estabelecer, implementar, manter e melhorar um Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação, e, (ii) a ISO 56002, a nível internacional, que propõe a estruturação dos processos para inovar com foco na criação de resultados. Estas normas proporcionam guidelines fulcrais para que atividades de I&amp;D possam ser elegíveis para obtenção de benefícios fiscais.<br />Todavia, o aspeto fulcral reside na implementação de uma cultura geral que permita aumentar a eficiência operacional, organizacional, e, estrutural das atividades de I&amp;D, i.e., uma cultura organizacional baseada no Kaizen.</li></ul><p><span style="color: #f61a24;">Kaizen</span> corresponde à palavra japonesa que significa “<strong>melhoria contínua</strong>” e baseia-se na procura de melhorias incrementais de forma constante, permitindo aumentar a produtividade e competitividade de uma organização.<br />O ciclo do Kaizen refere-se, de facto, à criação de uma <span style="text-decoration: underline;">cultura de melhoria e inovação contínua, onde erros são encarados como oportunidades</span>.</p><p>Atividades de I&amp;D inovadoras nascem, precisamente, deste tipo de abordagem aos conhecimentos e práticas atuais, <em>i.e.</em>, a análise crítica do que existe é o fator que revela a existência de oportunidades para criação de novos conhecimentos. <span style="color: #f61a24;">O <em>Kaizen</em> enfatiza, ainda, a ideia de que o progresso é constante, e, os métodos traduzem-se em resultados graduais. Esta noção é de extrema importância em atividades de I&amp;D</span>, que, na sua essência são uma sequência de desenvolvimento, testes, análise de melhoria, e, iteração, até à concretização de resultados de valor efetivo, com posterior padronização.</p><ul><li>De modo concreto, enumeram-se alguns exemplos da implementação do <em>Kaizen</em> em atividades de I&amp;D: <em>(i)</em> colaboração multifuncional entre as equipas que operam em diferentes etapas da atividade de I&amp;D a realizar; <em>(ii)</em> otimização de recursos, garantindo o uso eficiente de recursos laboratoriais; <em>(iii)</em> inovação em métodos analíticos, incentivando a pesquisa contínua de novas tecnologias analíticas; <em>(iv)</em> eficiência na documentação em tempo real durante a realização das atividades de I&amp;D; e, entre outros, <em>(v)</em> sustentabilidade e segurança dos procedimentos efetuados.</li></ul><p>Em suma, quando aplicada a atividades de I&amp;D, a abordagem <em>Kaizen</em> irá contribuir para a melhoria das mesmas, permitindo o alcance de resultados com valor acrescentado, e, a promoção da inovação constante, fomentando a sua elegibilidade perante o SIFIDE.<br />Evidencia-se, deste modo, a importância da mudança dos paradigmas organizacionais tradicionais, para uma cultura que se baseie na melhoria contínua, e, assim, na inovação contínua. Com efeito, <span style="text-decoration: underline;">ao criar uma cultura organizacional crítica e inovadora baseada numa filosofia <em>Kaizen</em>, as organizações promovem a criação de conhecimento efetivo</span>, e, em simultâneo, <span style="color: #f61a24;">a organização da I&amp;D de forma que esta seja elegível para obtenção do supramencionado benefício fiscal</span>.</p>								</div>
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		<title>SIFIDE: Saiba de uma vez por todas o que é</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Marcelino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 01:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoios]]></category>
		<category><![CDATA[SIFIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar em I&#38;D para muitos gestores ainda significa um processo rigoroso e de altos custos. Com sorte, surgiram os incentivos fiscais para auxiliar empresas a incrementarem inovação aos seus processos (independente do seu tamanho) e destacarem-se diante de um mercado tão competitivo.   Neste artigo falaremos especificamente sobre um incentivo que se vem destacando por trazer ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2024/11/25/sifide-saiba-de-uma-vez-por-todas-o-que-e/">SIFIDE: Saiba de uma vez por todas o que é</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300;">Falar em I&amp;D para muitos gestores ainda significa um processo rigoroso e de altos custos. Com sorte, surgiram os incentivos fiscais para auxiliar empresas a incrementarem inovação aos seus processos (independente do seu tamanho) e destacarem-se diante de um mercado tão competitivo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Neste artigo falaremos especificamente sobre um incentivo que se vem destacando por trazer resultados bastante positivos, de possibilitar que empresas recuperem até 82,5% dos investimentos feitos em I&amp;D. </span></p>
<p><b>Preparado?</b></p>
<h2><b>Conheça o SIFIDE</b></h2>
<p><span style="font-weight: 300;">O SIFIDE é um sistema de incentivo fiscal que tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas apoiando o seu esforço em Investigação &amp; Desenvolvimento</span><b> através da dedução à coleta do IRC</b><span style="font-weight: 300;"> de uma percentagem das respectivas despesas de I&amp;D (na parte não comparticipada a fundo perdido pelo Estado ou por Fundos Europeus).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5664 size-medium" src="https://www.approach.angryventures.dev/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-2102415-200x300.jpeg" alt="O SIFIDE é um sistema de incentivo fiscal que tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas apoiando o seu esforço em Investigação &amp; Desenvolvimento através da dedução à coleta do IRC" width="200" height="300" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-2102415-200x300.jpeg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-2102415.jpeg 500w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h3><b>Descomplicando:</b></h3>
<ol>
<li><span style="font-weight: 300;">Através de um taxa base – 32,5% das despesas realizadas no ano da candidatura; </span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Através de uma taxa incremental – 50 % do acréscimo das despesas realizadas no ano da candidatura em relação à média aritmética dos dois exercícios anteriores, até um limite de 1.500.000 €.</span></li>
</ol>
<p><i><span style="font-weight: 300;">Por exemplo: Se uma empresa tiver custos com a equipa de I&amp;D de 100k€, e considerarmos que tem cerca de160k€ de despesas elegíveis totais, poderá usufruir de um benefício fiscal até 132k€, ou seja, uma redução do IRC a pagar de 132k€.</span></i></p>
<h3><b> </b></h3>
<h3><b>O SIFIDE destina-se a quem?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 300;">Todas as pessoas passíveis de IRC, residentes em território português que exerçam, a título principal, uma atividade de natureza agrícola, industrial, comercial e de serviços e os não residentes com estabelecimento estável nesse território, que tenham realizado despesas com I&amp;D.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Outros critérios também são:  ter despesas de  I&amp;D não comparticipadas a fundo perdido; que o lucro tributável não seja determinado por métodos indiretos; e que não sejam devedores ao Estado e à segurança social de quaisquer contribuições, impostos ou quotizações.</span></p>
<h3><b>Abaixo, listamos os principais benefícios de candidatar-se ao SIFIDE:</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 300;" aria-level="1"><span style="font-weight: 300;">O SIFIDE pode contemplar projetos financiados, projetos internos da empresa – não sujeitos a incentivo , ou projetos de ambos os tipos, não existindo número máximo de projetos por </span><a href="https://www.approach.com.pt/sifide"><span style="font-weight: 300;">SIFIDE</span></a><span style="font-weight: 300;">;</span></li>
<li style="font-weight: 300;" aria-level="1"><span style="font-weight: 300;">No caso de projetos financiados, o benefício fiscal apenas incide na percentagem de investimento que não foi alvo de incentivo. Nos casos em que os projetos não são alvo de incentivo, às condições mantêm-se exatamente iguais;</span></li>
<li style="font-weight: 300;" aria-level="1"><span style="font-weight: 300;">Todas as despesas com atividades de I&amp;D são elegíveis, excepto as despesas incorridas no âmbito de projetos realizados exclusivamente por conta de terceiros, nomeadamente através de contratos e prestação de serviços de I&amp;D.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-5665 size-medium" src="https://www.approach.angryventures.dev/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-1181547-200x300.jpeg" alt="O SIFIDE destina-se a quem?" width="200" height="300" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-1181547-200x300.jpeg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-1181547.jpeg 500w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h3><b>Como saber se a minha empresa está apta?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 300;">Acedendo direto ao simulador de SIFIDE da Approach, </span><a href="https://www.approach.com.pt/sifide"><span style="font-weight: 300;">clicando aqui</span></a><span style="font-weight: 300;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Candidatar-se não precisa de ser um processo complicado! Pode contar com o apoio de profissionais confiáveis e experientes no mercado para auxiliar no processo.</b></p>
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<h4></h4>
<p class="p-rich_text_section"><strong>As candidaturas estão abertas até dia 31 de Maio de 2025, não sendo aceites candidaturas após esta data.</strong></p>
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<p class="p-rich_text_section"><strong>Para mais informações sobre o programa SIFIDE clique <a class="c-link" tabindex="-1" href="http://www.approach.com.pt/sifide" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-stringify-link="http://www.approach.com.pt/sifide" data-sk="tooltip_parent" data-remove-tab-index="true">aqui</a> e se necessitar de algum esclarecimento adicional entre em <a class="c-link" tabindex="-1" href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-stringify-link="https://www.approach.com.pt/contactos/" data-sk="tooltip_parent" data-remove-tab-index="true">contacto</a> connosco.</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Conheça a Approach Consulting</b></h2>
<p><span style="font-weight: 300;">A Approach faz um acompanhamento personalizado, maximizando os benefícios fiscais de cada empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Para além dos projetos e incentivos financeiros a que se dedica a tempo mais integral, a Approach também presta serviços a empresas na realização de candidaturas e acompanhamento de projetos a programas mais específicos como: Programas de apoio às artes (DGARTES); SIAC (Portugal 2030), Comércio Investe (IAPMEI); Mar2030; Programas ao Fundo Ambiental, RFAI, entre outros;</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Se o programa a que se pretende candidatar não se encontra aqui listado, por favor contacte-nos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2024/11/25/sifide-saiba-de-uma-vez-por-todas-o-que-e/">SIFIDE: Saiba de uma vez por todas o que é</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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		<title>Incentivos ao investimento empresarial: Projetos de Inovação Produtiva e Projetos de I&#038;D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Marcelino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 14:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoios]]></category>
		<category><![CDATA[I&D]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Produtiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 26 de maio de 2022, foram publicados os Pedidos de Registo de Auxílio no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico &#8211; I&#38;D empresarial &#8211; e do Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva, a fim de garantir as condições que permitem dar início aos respetivos projetos. O registo do pedido ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2022/06/03/pedidos-registo-auxilio-inovacao-produtiva-idt/">Incentivos ao investimento empresarial: Projetos de Inovação Produtiva e Projetos de I&#038;D</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300;">No dia 26 de maio de 2022, foram publicados os Pedidos de Registo de Auxílio no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico &#8211; I&amp;D empresarial &#8211; e do Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva, a fim de garantir as condições que permitem dar início aos respetivos projetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">O registo do pedido de auxílio efetuado pode ser utilizado pelo(s) respetivo(s) beneficiário(s) para efeitos de definição de início do projeto, em processos de candidatura ao SI I&amp;D Empresarial e ao Sistema de Inovação Produtiva, no âmbito dos concursos a lançar, considerando-se assim cumprida a condição prevista no Artigo 6º, nº2, do Regulamento (EU) N.º 651/2014 da Comissão, de 17 de junho de 2014, que determina que os projetos devem ter data de candidatura, ou registo de pedido de auxílio, anterior à data de início dos trabalhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">O registo do pedido de auxílio marca o início do projeto de investimento e apenas pode ser utilizado pela(s) mesma(s) entidade(s) beneficiária(s) que apresentará(ão) posteriormente a candidatura a financiamento e é efetuado através a submissão do formulário eletrónico disponível no Sistema de Informação da Rede de SI do PT2020 (PAS), usando preferencialmente a autenticação do Balcão 2020.</span></p>
<h3><b>Como o processo é feito?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 300;">O registo do pedido de auxílio processa-se com a submissão do formulário eletrónico disponível no <a href="https://pas.compete2020.gov.pt/pas2/acesso/app/Login.php">Sistema de Informação do PT2020 (PAS)</a>, com a seguinte informação:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 300;">Identificação e dimensão da empresa (apenas PME);</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Descrição dos objetivos do projeto;</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Localização dos investimentos, com sinalização específica de localização nos territórios de baixa densidade, para identificação de futuras dotações a alocar neste âmbito;</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Calendarização do investimento (com data de início e de fim dos trabalhos);</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Quadro de investimentos.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 300;">Em seguida, o beneficiário receberá um comprovante digital do pedido de auxílio registado, sendo este entendido como uma declaração a ser confirmada pelas Autoridades de Gestão em sede de futura candidatura no âmbito do sistema de incentivos Inovação Produtiva, não vinculando qualquer decisão de concessão de apoio.</span></p>
<h5><span style="font-weight: 300;">Para esclarecimentos sobre este registo do pedido de auxílio podem ser solicitadas informações diretamente com um de nossos consultores: <a href="http://www.approach.com.pt/contactos"><strong>Fale connosco. </strong></a></span></h5>
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