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	<title>Approach Consulting</title>
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	<description>Especialistas em incentivos fiscais</description>
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	<title>Approach Consulting</title>
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		<title>Gemba Walks: Como a presença no terreno fortalece a melhoria contínua ao transformar observação em eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:51:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo da melhoria contínua e da Lean manufacturing existe um princípio fundamental: os problemas não se resolvem de forma remota. Para compreender plenamente os processos e encontrar oportunidades de melhoria, é necessário ir ao local onde as coisas acontecem. É exatamente disso que se trata o conceito de Gemba. Gemba é uma palavra japonesa ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/11/10/gemba-walks-como-a-presenca-no-terreno-fortalece-a-melhoria-continua-ao-transformar-observacao-em-eficiencia/">Gemba Walks: Como a presença no terreno fortalece a melhoria contínua ao transformar observação em eficiência</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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									<p>No mundo da melhoria contínua e da <em>Lean</em> <em>manufacturing</em> existe um princípio fundamental: os problemas não se resolvem de forma remota. Para compreender plenamente os processos e encontrar oportunidades de melhoria, é necessário ir ao local onde as coisas acontecem. É exatamente disso que se trata o conceito de <em>Gemba</em>.</p><p><strong><em>Gemba</em> é uma palavra japonesa que pode ser traduzida para “o lugar real”</strong>, <em>i.e.</em>, o local onde de facto o valor é criado e os processos ganham vida. Na indústria, o <em>Gemba</em> é o chão de fábrica e a essência do conceito é simples:<span style="text-decoration: underline;"> a verdadeira compreensão do que acontece numa operação só pode ser obtida no próprio local, observando atividades, interações, fluxos de trabalho, etc., no seu contexto real</span>. Relatórios, <em>dashboards</em> ou reuniões podem fornecer dados e números (cuja importância e relevância é de salientar), no entanto, não mostram as <em>nuances</em>, os obstáculos ocultos ou as pequenas ineficiências que impactam o quotidiano operacional.</p><p>A <em>Gemba Walk</em> é, portanto, uma prática <em>Lean</em> que determina que os líderes, diretores, gestores, etc., devem ir ao “lugar real”. E, <span style="text-decoration: underline;">mais do que uma visita pontual, a <em>Gemba Walk</em> deve ser uma filosofia de gestão: estar presente, entender os processos na prática e apoiar a melhoria contínua baseada em evidências reais</span>. Ao contrário de auditorias formais ou reuniões estratégicas, que muitas vezes se baseiam apenas em relatórios e indicadores, a <em>Gemba Walk</em> enfatiza a importância da observação direta e do contato humano.</p><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-12311 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-300x200.jpg" alt="" width="346" height="230" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-300x200.jpg 300w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-1024x683.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-768x512.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-1536x1024.jpg 1536w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/11/pexels-tima-miroshnichenko-6170173-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px" /></p><p>Esse conhecimento profundo do chão de fábrica é essencial para fortalecer a melhoria contínua das atividades. De facto, um dos principais impactes desta prática <em>Lean</em> prende-se com a eficiência operacional. <strong>A observação direta de processos permite identificar e eliminar desperdícios, otimizar fluxos produtivos, etc</strong>.</p><p>A título de exemplo, na indústria transformadora, pequenas mudanças na organização de ferramentas, no sequenciamento de operações ou na disposição de equipamentos, podem gerar ganhos significativos de tempo e produtividade. Adicionalmente, essa prática cria um canal de comunicação direto entre gestores e colaboradores, valorizando o conhecimento prático das equipas &#8211; que, frequentemente, detêm <em>insights</em> essenciais para a melhoria dos processos -, e, mitigando um dos desperdícios <em>Lean</em>: o subaproveitamento do talento humano.</p><p>Ao acompanhar de perto cada etapa, torna-se possível antecipar problemas, corrigir falhas em tempo real e implementar soluções preventivas. Em setores industriais complexos, essa abordagem pode representar a diferença entre perdas financeiras ocultas significativas, e, operações eficientes e sustentáveis. A <em>Gemba Walk</em> promove, ainda, uma mudança cultural duradoura pois, uma vez colocada em prática como filosofia de gestão, as organizações passam a valorizar a observação baseada em factos, a aprendizagem constante e a colaboração entre todos os níveis hierárquicos.</p><p><span style="text-decoration: underline;">Cada caminhada pelo <em>Gemba</em> reforça a importância de entender os processos na prática e de transformar cada <em>insight</em> em melhorias tangíveis</span>.</p><p>Neste contexto, a atuação de um serviço de consultoria especializado torna-se decisiva. Profissionais especializados auxiliam as empresas a estruturar estas caminhadas de forma eficiente, garantindo que cada visita ao chão de fábrica resulta em ações estratégicas e melhorias sustentáveis. Consultores fornecem uma visão externa, capaz de identificar problemas que podem passar despercebidos para quem está imerso no quotidiano operacional.</p><p>Com o suporte estratégico de consultoras industriais, a <em>Gemba Walk</em> torna-se ainda mais potente, consolidando uma cultura de excelência operacional que permeia todos os níveis da organização e assegura resultados sustentáveis no longo prazo.</p><p>Explore mais sobre o nosso serviço de consultoria industrial no nosso <em>blog</em> ou no <em><a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a></em>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber como podemos auxiliar a sua empresa no aumento da eficiência e produtividade.</p>								</div>
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		<title>Eficiência operacional com propósito: Como a metodologia Lean define a sustentabilidade das operações</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 15:15:15 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/30/eficiencia-operacional-com-proposito-como-a-metodologia-lean-define-a-sustentabilidade-das-operacoes/">Eficiência operacional com propósito: Como a metodologia Lean define a sustentabilidade das operações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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									<p>Com a evolução da sociedade em todas as suas vertentes, atualmente, na indústria, <strong>a eficiência já não é somente uma questão de competitividade, mas também de responsabilidade</strong>, estando a segunda a influenciar fortemente e diretamente a primeira. Os <em>players</em> que apostam em medidas de responsabilidade ambiental e social, ditam o mercado e as tendências. Neste contexto, a metodologia <em>Lean</em> ganha uma nova dimensão, ao passar a ser encarada como dois eixos complementares: como ferramenta de melhoria operacional; e, como aliada estratégica no caminho para a sustentabilidade.</p><p>Quando se pensa em sustentabilidade, a ligação mais direta e comum é a associação desse conceito a ações ambientais isoladas e amplamente faladas. Todos nós iremos, inconscientemente, pensar em ações de reciclagem ou uso de fontes de energia renovável. E, embora a consciencialização da sociedade para com estas questões esteja na base da valorização da sustentabilidade, a um nível industrial é necessário reconhecer que este conceito começa na produção. É precisamente nesta fase que entra a metodologia <em>Lean</em>.</p><p>De facto, desde a sua origem no Sistema de Produção da <em>Toyota</em>, <strong>a metodologia <em>Lean</em> assenta num princípio basilar de eliminação de desperdícios de recursos temporais, materiais, e, humanos</strong>. É o chamado <em>muda</em>. A redução destes desperdícios permite aumentar a eficiência operacional e a produtividade geral, sendo essa a razão que leva a metodologia <em>Lean</em> a ser tão altamente aclamada na indústria e uma referência desde os primeiros desenvolvimentos da mesma por parte da <em>Toyota</em> na década de 50.</p><p>No entanto, <span style="color: #f61a24;">reduzir o <em>muda</em> não se trata somente de fazer mais com menos, mas sim de fazer melhor e com propósito, sendo crucial compreender a estreita relação entre os desperdícios que afetam produções e atividades, com os que mais impacte possuem no ambiente</span>.</p><p>Pense-se no seguinte: quando se produz de forma otimizada, reduzem-se consumos energéticos associados a tempos de produção sem valor agregado; quando se evitam ações de retrabalho e defeitos, é minimizado o uso de matéria-prima e o descarte de produtos; quanto se otimizam <em>layouts</em> e rotas de logística, reduz-se o consumo energético e as emissões de dióxido de carbono; e, entre muitos outros exemplos, quando se potencia a otimização de <em>stocks</em>, reduz-se o consumo energético (<em>e.g.</em>, para ações de climatização em indústrias específicas).</p><p><strong>Cada melhoria operacional, por mais pequena que possa parecer, é uma micro ação de sustentabilidade</strong> que, quando analisada à luz de atividades globais ao longo do tempo, resulta em operações mais eficientes e numa pegada ambiental menor. E, embora seja fundamental apontar que a maioria destas ações começa como uma decisão económica, a realidade é que essa decisão se torna num motor de impacte ambiental positivo, passando a ser um ato de responsabilidade por parte das empresas.</p><p><img decoding="async" class=" wp-image-12291 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-200x300.jpg" alt="" width="240" height="361" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-1365x2048.jpg 1365w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-5089140-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />Com efeito, esse ato de responsabilidade, é, atualmente, altamente considerado e procurado pelos consumidores, com diversos estudos a apontarem a forte influência do fator “sustentabilidade” numa decisão. Os paradigmas de consumo estão a mudar como resultado da crescente consciencialização da sociedade para com questões de responsabilidade ambiental e da preocupação com as alterações climáticas. Como tal, as indústrias devem acompanhar essa transformação, procurando evoluir de forma alinhada com as variáveis que hoje determinam uma decisão de compra.</p><p>Isso é possível através da metodologia <em>Lean</em> e das ferramentas associadas, concebidas para o aumento da eficiência através da redução de desperdícios, cujo impacte ambiental deve ser reconhecido. No contexto desta metodologia, ferramentas como o <em>Kaizen</em> (“melhoria contínua”), 5S, <em>Value Stream Mapping</em> (VSM), Diagrama de <em>Spaghetti</em>, <em>Kanban</em>, entre muitas outras, aliadas às 7 Ferramentas da Qualidade (diagrama de <em>Ishikawa</em>, diagrama de <em>Pareto</em>, folha de verificação, histograma, cartas de controlo, diagrama de dispersão, e, fluxograma) e outras complementares (<em>e.g.</em>, ciclo PDCA, <em>six sigma</em>, 5W2H), são fundamentais.</p><p>Ao fornecerem uma visão externa e objetiva da atividade de uma empresa, serviços de consultoria industrial podem indubitavelmente participar ativamente no alcance dessa transformação, realizando um mapeamento detalhado de processos produtivos, detetando gargalos, desperdícios, e, ineficiências, que muitas vezes passam despercebidos internamente.</p><p>Esses serviços especializados, com <em>know-how</em> e insights únicos e não enviesados, permitem potenciar a eficiência operacional através da redução do <em>muda</em>, e, por conseguinte, a sustentabilidade económica e ambiental de uma empresa. <strong>Não é suficiente garantir o crescimento de uma empresa. É preciso fazê-lo de forma responsável e consciente perante questões emergentes de preocupação ambiental.</strong> Somos responsáveis por proteger o nosso planeta e garantir a sua manutenção para as gerações futuras. Essa responsabilidade começa em cada um de nós e no que fazemos, incluindo as atividades em que operamos.</p><p>Explore mais sobre o nosso serviço de consultoria industrial no nosso blog ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber como podemos auxiliar a sua empresa no aumento da eficiência e produtividade.</p>								</div>
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		<title>A agricultura no século XXI: Entre a inovação tecnológica e a sustentabilidade ecológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:56:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto global marcado por crescentes incertezas geopolíticas, alterações climáticas, e, pressões sobre os recursos naturais, o setor agrícola enfrenta um dos maiores desafios da sua história contemporânea: produzir mais com menos, e, de forma sustentável. Esta exigência não se resume a uma mera retórica ambientalista, constituindo sim, uma imperativa reconfiguração estrutural dos sistemas agroalimentares, ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/30/a-agricultura-no-seculo-xxi-entre-a-inovacao-tecnologica-e-a-sustentabilidade-ecologica/">A agricultura no século XXI: Entre a inovação tecnológica e a sustentabilidade ecológica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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									<p>Num contexto global marcado por crescentes incertezas geopolíticas, alterações climáticas, e, pressões sobre os recursos naturais, <strong>o setor agrícola enfrenta um dos maiores desafios da sua história contemporânea: produzir mais com menos, e, de forma sustentável</strong>. Esta exigência não se resume a uma mera retórica ambientalista, constituindo sim, uma imperativa reconfiguração estrutural dos sistemas agroalimentares, numa ótica de resiliência, circularidade, e, inovação sistémica.</p><p>Em concreto, os desafios do século XXI – como, a título de exemplo, as alterações climáticas, a degradação do solo, a escassez hídrica, e, a crescente volatilidade dos mercados – impõem a necessidade de transitar para uma agricultura de precisão e regenerativa, sustentada por conhecimento técnico-científico e por soluções inovadoras.</p><p>É neste contexto que emerge com particular relevância o conceito de <span style="color: #f61a24;">agrotecnologia</span> &#8211; <span style="text-decoration: underline;">a convergência entre as ciências agrárias, a engenharia, e, a inteligência computacional, orientada para a otimização dos sistemas produtivos agrícolas</span>.</p><p>Ferramentas como a monitorização remota por satélite, os sistemas de gestão agrícola baseados em dados georreferenciados, as plataformas digitais de rastreabilidade alimentar, os bioestimulantes de nova geração, ou, entre outras, as técnicas de agricultura conservacionista, têm vindo a transformar profundamente as práticas agrícolas, permitindo a otimização do uso dos fatores de produção, a mitigação do impacto ambiental, e, o aumento da eficiência energética.</p><p>Paralelamente, a consolidação de sistemas de inteligência territorial baseados em dados tem potenciado uma nova forma de planear e executar a atividade agrícola. Plataformas de apoio à decisão, sistemas de previsão meteorológica de alta resolução, modelação de riscos agroclimáticos, e, algoritmos preditivos de pragas e doenças, permitem antecipar variabilidades, otimizar práticas, e, inerentemente, reduzir perdas, incrementando a resiliência operacional das explorações.</p><p>No entanto, importa sublinhar que <span style="color: #f61a24;">a transição para sistemas agrotecnológicos não se esgota na digitalização ou na automatização de processos</span>. Trata-se, acima de tudo, de um reposicionamento estratégico do setor agrícola, que requer investimento em competências técnicas, investigação aplicada, experimentação em contexto real, e, transferência de conhecimento entre academia, empresas, e, produtores. A agrotecnologia, para criar verdadeiro impacto, deve ser acessível, escalável, e, adaptada às realidades territoriais e climáticas de cada região. Neste sentido, <b>a verdadeira eficácia das estratégias agrotecnológicas e sustentáveis reside na sua capacidade de se moldarem às especificidades territoriais</b>.</p><p><img decoding="async" class=" wp-image-12284 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-200x300.jpg" alt="" width="230" height="345" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/Photographe-Portrait-Agriculture.jpg 1280w" sizes="(max-width: 230px) 100vw, 230px" />A agricultura portuguesa, fortemente marcada pela diversidade agroecológica, exige abordagens diferenciadas que respeitem os saberes endógenos, aproveitem os recursos locais, e, em simultâneo, respondam aos desafios concretos de cada ecossistema. A inovação orientada para o território é, por isso, condição indispensável para a inclusão dos pequenos e médios produtores, bem como, para o fortalecimento da coesão social e económica dos territórios rurais.</p><p>Simultaneamente, <b>o conceito de agricultura sustentável ganha expressão não apenas como resposta aos desafios ambientais, mas, como pilar de um novo contrato social entre produção e sociedade</b>. A integração de práticas agroecológicas, a preservação da biodiversidade funcional, o uso eficiente da água, a redução da pegada de carbono, e, o fortalecimento das cadeias curtas de abastecimento, são exemplos concretos de estratégias que conjugam inovação com responsabilidade. A sinergia entre agrotecnologia e sustentabilidade representa, assim, uma via crítica para assegurar a segurança alimentar das populações, o rendimento dos produtores, e, a integridade dos ecossistemas agrícolas. Trata-se de fomentar um setor primário que não só produza mais e melhor, mas que também restaure, preserve, e, valorize o capital natural, contribuindo para a neutralidade carbónica, a justiça social, e, a competitividade do território.</p><p>Desta forma, a agricultura do futuro será aquela que conseguir conciliar tecnologia e tradição, ciência e prática, produtividade e preservação. Esta transformação exige coragem política, visão estratégica, e, uma cultura de inovação aberta.</p><p>Neste ecossistema, <u>instrumentos estruturantes como o Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) assumem particular relevância</u>, ao proporcionarem mecanismos de apoio financeiro, técnico, e, formativo, que promovem a adoção de práticas sustentáveis, a modernização das explorações, e, a valorização dos territórios rurais. Ao alinhar os objetivos ambientais, económicos, e, sociais da agricultura portuguesa com as diretivas europeias, <span style="color: #f61a24;">o PEPAC constitui-se como um catalisador da transição sistémica, viabilizando uma agricultura que seja, simultaneamente, resiliente, competitiva, e, regenerativa</span>.</p><p>Explore mais sobre o PEPAC no nosso <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber se o seu projeto é elegível face às diretrizes do PEPAC ou de algum outro programa de incentivo fiscal e financeiro.</p>								</div>
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		<title>Indústria 5.0: Regresso às origens e alavanca de I&#038;D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:52:21 +0000</pubDate>
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									<p>A 1ª Revolução Industrial (Indústria 1.0) iniciou-se no final do século XVIII, marcada pela mecanização da produção, com a introdução de máquinas a vapor e teares mecânicos como substitutos do trabalho manual e potenciadores de produtividade. A Indústria 2.0 surgiu no final do século XIX e início do século XX, consubstanciada em linhas de montagem (e produção em massa), sendo prosseguida pela Indústria 3.0, a partir da década de 1970, com a introdução da automação e computação.</p><p>Atualmente, o setor industrial encontra-se na Indústria 4.0 (“I4.0”), caracterizada pelas fábricas inteligentes baseadas na digitalização e integração de tecnologias avançadas, como, a título de exemplo, <em>Internet</em> das Coisas, Inteligência Artificial, <em>Big Data</em>, e, entre outras, <em>Cloud Computing</em>. No entanto, já é possível identificar um novo paradigma emergente – a <strong>Indústria 5.0 (“I5.0”)</strong>, <span style="text-decoration: underline;">entendida como a combinação do fator humano (<em>i.e.</em>, inteligência emocional e criatividade), com a produtividade dos equipamentos (<em>i.e.</em>, precisão e eficiência das máquinas)</span>.</p><p>É interessante verificar que, desde a 1ª Revolução Industrial, o foco da evolução prende-se com a evolução técnica e tecnológica fabril, inferindo-se, portanto, a relevância da reintrodução do foco no Homem com a I5.0. De facto, a I4.0 potenciou um progresso tecnológico exponencial a ritmos mais céleres que a própria evolução da sociedade, o que, por um lado, se evidencia como altamente significativo em múltiplos aspetos do quotidiano e até campos de investigação (<em>e.g.</em>, a identificação precoce de doenças), mas, por outro lado, aumentou uma narrativa emergente de preocupação (<em>e.g.</em>, em termos de privacidade e segurança dado o aumento do cibercrime, desemprego tecnológico, impacte ambiental associado ao descarte de dispositivos tecnológicos rapidamente ociosos, etc.).</p><p>A nova abordagem industrial, a I5.0, verifica-se, portanto, altamente pertinente, ao voltar a introduzir a importância do fator humano, que, desde o final do século XVIII tem sido, progressivamente, colocado em segundo lugar, a favor de toda a medida tecnologicamente inovadora que potenciasse o aumento da produtividade em geral. Este novo (mas “tradicional”) foco no fator humano, revela-se, em maior medida, relevante, quando se reflete sobre a enorme revolução tecnológica potenciada pela I4.0.</p><p>Pense-se nos robôs humanoides criados, como, a título de exemplo, o <em>Optimus</em> (<em>Tesla Bot</em>), desenvolvido pela <em>Tesla</em>, que pode mover-se apoiado em duas pernas e interagir com o mundo físico com um par de braços e mãos. O foco nos seres humanos na indústria está a diminuir de tal modo, que este é um exemplo de múltiplos no que se refere a robôs humanoides.</p><p><strong>É neste contexto que se reafirma a emergente importância do novo paradigma I5.0, que visa voltar a introduzir na equação produtiva os seres humanos como variável não substituível, mas sim, valorizada e aclamada</strong>. Note-se que, por muita novidade tecnológica que possa ser introduzida, a essência humana permitiu à sociedade as maiores evoluções científicas, humanas, sociais, etc., na história. Afinal, foi o Homem que inventou a roda, que pisou a Lua, que compreendeu como se desenvolveu o Universo há 14 biliões de anos, que desenvolveu a medicina, a matemática, a engenharia, a filosofia, a literatura, a biologia, a física e a química, e que, em última instância, potenciou todo o desenvolvimento tecnológico do mundo como o conhecemos hoje, incluindo todo o progresso que sustenta a I4.0.</p><p>Assim<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-12274 alignleft" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-200x300.jpg" alt="" width="208" height="312" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-1365x2048.jpg 1365w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-cottonbro-4705603-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" />, e, numa era tecnológica em que se levantam questões em torno da dúvida sobre onde colocar um limite e até onde é correto e ético ir, <span style="text-decoration: underline;">este “regresso às origens” industriais potenciado pela I5.0, é, como tal, fundamental e entendido como potenciador de esperança para o futuro</span>. <strong>Mais que isso, a combinação do potencial da essência humana com o progresso tecnológico industrial, materializa-se numa abordagem com potencial sem precedentes</strong>. A evolução tecnológica é tal que, quando combinada com a inteligência e pensamento crítico humano, se verifica como meio para investigações, desenvolvimentos, e, descobertas sem precedentes até então.</p><p>Com efeito, a I5.0 vem, adicionalmente, verificar-se como desbloqueador e alavanca de Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) inovadora e expressivamente crítica numa altura em que as preocupações da sociedade referentes ao futuro são diversas – em questões de responsabilidade social e ambiental. Efetivamente, <strong>o espaço para a evolução técnico-científica em paridade com a valorização do “tradicional” papel do Homem</strong> como fomentador da criatividade e essência singular a montante de qualquer projeto de I&amp;D, <strong>potencia, de forma indubitável,</strong> <strong>uma crescente margem de I&amp;D</strong> <strong>que permita atender a necessidades alinhadas com as preocupações futuras</strong>, em consequência da análise do passado e do presente a nível tecnológico, económico, ambiental, social, etc.</p><p>Ora, acompanhando o potencial da evolução da I&amp;D consubstanciada na I5.0, é de salientar um apoio às organizações que desempenham atividades desta natureza – o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE). <span style="text-decoration: underline;">O SIFIDE visa apoiar o esforço em I&amp;D empreendido pelas empresas, através da dedução à coleta do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRC) das despesas referentes às atividades desempenhadas para esse fim</span>.</p><p>Em suma, evidenciando-se a importância da adoção da emergente I5.0 como meio para “regressar às origens”, e, a sua capacidade para potenciar I&amp;D inovadora, criativa, e, relevante, salienta-se que, estruturando e organizando a sua I&amp;D de forma robusta, as organizações contribuem para uma narrativa de progresso, e, tornam-se elegíveis para o <em>supra</em>mencionado benefício fiscal.</p><p>Explore mais sobre o SIFIDE no nosso blog ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach ou <a href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">contacte-nos</a> para saber se o seu projeto é elegível face às diretrizes do SIFIDE ou em algum programa de incentivo.</p>								</div>
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		<title>A química no caminho da sustentabilidade através de I&#038;D: Soluções para um mundo melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 16:44:22 +0000</pubDate>
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									<p>Desde os tempos da Antiguidade até à ciência moderna, a Química tem estado, essencialmente, ligada ao desenvolvimento da humanidade, permitindo avanços extraordinários ao longo de diferentes áreas. Desde a medicina até à tecnologia, têm ocorrido múltiplas descobertas químicas críticas, destacando-se a síntese de antibióticos e vacinas que revolucionaram o tratamento e a prevenção de doenças, entre outras inovações que transformaram diversas indústrias &#8211; <em>e.g.</em>, desenvolvimento de biocombustíveis (setor energético), de materiais mais leves e resistentes (setor da construção e automóvel), de medidas de segurança alimentar (setor alimentar), entre outros.</p><p>No entanto, todo este progresso teve um custo ambiental, carregando consigo desafios ambientais e sociais que não podem ser ignorados. De facto, a produção em larga escala de plásticos, fertilizantes, combustíveis, e, medicamentos transformou a sociedade tal como hoje a conhecemos, contudo, a dependência de recursos fósseis, a emissão de poluentes, e, a acumulação de resíduos não biodegradáveis culminaram na contaminação do solo, da água e do ar, comprometendo diversos ecossistemas, e, sobretudo a biodiversidade.</p><p>É fundamental que a evolução dos processos produtivos e da investigação geral, seja orientada para a minimização dos impactes ambientais, promovendo a eficiência na utilização de recursos, a redução de resíduos, e, a adoção de soluções ecológicas e ambientalmente responsáveis. <strong>Só desta forma será possível garantir, não apenas o bem-estar do planeta, mas, também, um futuro mais saudável e equilibrado para as gerações futuras</strong>.</p><p>Perante este cenário, é indispensável e imperial que a Química se una à sustentabilidade. Assim, <span style="color: #f61a24;">a Química deve, portanto, ser capaz de conciliar progresso e responsabilidade ambiental, desenvolvendo novas alternativas inovadoras que atendam às necessidades atuais e futuras da sociedade, sem comprometer os recursos naturais essenciais à vida</span>.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12243 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/fontes-de-energia-sustentavel-renovavel-de-protecao-ambiental-planta-crescendo-no-bulbo-com-icones_38391-1377.avif" alt="" width="353" height="235" />Diante desta problemática, nos últimos anos, o conceito de Química Verde tem-se consolidado como um dos pilares fundamentais para a transição rumo à sustentabilidade. A crescente consciencialização sobre o potencial da indústria química perante questões ambientais emergentes, tem impulsionado inovações e soluções que procuram corresponder às necessidades atuais da sociedade, e, preservar os recursos naturais para as gerações futuras. Entre as inovações impulsionadas pela Química Verde destacam-se:</p><p>&#8211; Os materiais biodegradáveis e bioplásticos, que oferecem soluções sustentáveis para o problema dos resíduos plásticos &#8211; reconhecidos como os principais poluentes dos oceanos e ecossistemas -, sendo de notar uma das grandes apostas atuais referente à fabricação de bioplásticos a partir de fontes renováveis como amido e cana-de-açúcar, face ao seu potencial para redução da quantidade de plástico não biodegradável no ambiente;</p><p>&#8211; A catálise sustentável, capaz de reduzir o consumo de energia, bem como, de otimizar recursos e a economia circular que promove o reaproveitamento de resíduos industriais;</p><p>&#8211; A captura e reutilização de CO2 e a sua conversão em compostos químicos úteis, como combustíveis sintéticos, a qual se verifica uma abordagem promissora para combater as alterações climáticas, pois, além de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, esta tecnologia transforma o CO2 num recurso valioso, auxiliando na transição para uma economia de carbono reduzido;</p><p>&#8211; O Hidrogénio Verde, cuja produção utilizando fontes de energia renováveis, tem ganho destaque como uma alternativa limpa para os combustíveis fósseis; e, entre outras,</p><p>&#8211; A substituição da dependência de fontes fósseis por fontes renováveis, como biomassa e resíduos agrícolas, a qual se tem tornado uma estratégia com potencial significativo para garantir matérias-primas para os processos químicos e a sustentabilidade dos recursos, bem como, para reduzir o impacte ambiental associado à extração de recursos naturais não renováveis.</p><p>Estes princípios, baseados na indústria química, estão, portanto, a reformular paradigmas, abrindo caminho para um futuro mais sustentável. Com efeito, <strong>com o avanço da Química Verde, as inovações (e o conhecimento intrínseco) desenvolvidas ao longo da história podem e devem, agora, ser direcionados para a correção de erros do passado</strong>, <span style="color: #f61a24;">com o objetivo de desenvolver soluções que atendam às necessidades da sociedade, sem comprometer os recursos naturais ou a saúde do planeta</span>.</p><p>O futuro da Química está, sem dúvida, entrelaçado com a responsabilidade ambiental, cabendo à humanidade garantir que o progresso científico e tecnológico continue a ser uma força propulsora de inovação e sustentabilidade para um mundo melhor.</p><p>A sustentabilidade química não é apenas uma tendência, mas sim uma necessidade global. Desta forma, as empresas do setor químico estão a apostar, cada vez mais, em Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D), desenvolvendo soluções que promovem a eficiência e sustentabilidade de processos e tecnologias, e, reduzem a pegada ecológica. Neste contexto, <strong>incentivos como o Sistema de Incentivos Fiscais à I&amp;D Empresarial (SIFIDE) desempenham um papel essencial</strong>, permitindo às empresas investir em atividades de cariz investigacional, enquanto beneficiam de vantagens fiscais. Este apoio ajuda a transformar ideias inovadoras em soluções reais para um mundo mais sustentável.</p><p>Em suma, a responsabilidade ambiental deve ser uma prioridade, assegurando que a ciência e a inovação possam continuar a transformar o mundo sem causar danos irreparáveis. A colaboração entre empresas, governos, e, sociedade, será essencial para tornar a sustentabilidade química uma realidade global, garantindo um património que preserve o planeta para as próximas gerações.</p><p>Explore mais sobre o SIFIDE no nosso blog ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn </a>da Approach. Ainda, com a nossa <a href="https://www.approach.com.pt/sifide/">checklist</a> rápida pode averiguar a elegibilidade do seu projeto.</p>								</div>
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		<title>O papel do Ecodesign na transição para uma Economia Circular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 15:48:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de ecodesign assume um papel central na transformação das indústrias e dos respetivos sistemas produtivos, revelando-se como uma estratégia crucial para enfrentar os desafios ambientais globais e impulsionar a transição para uma economia verdadeiramente circular. Desta forma, o ecodesign não se limita à escolha de materiais “verdes”, albergando um conjunto de decisões que ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2025/09/29/o-papel-do-ecodesign-na-transicao-para-uma-economia-circular/">O papel do Ecodesign na transição para uma Economia Circular</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="12221" class="elementor elementor-12221">
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									<p>O conceito de <em>ecodesign</em> assume um papel central na transformação das indústrias e dos respetivos sistemas produtivos, revelando-se como uma estratégia crucial para enfrentar os desafios ambientais globais e impulsionar a transição para uma economia verdadeiramente circular.</p><p>Desta forma, o <em>ecodesign</em> não se limita à escolha de materiais “verdes”, albergando um conjunto de decisões que vão desde a durabilidade do produto, facilidade de reparação e desmontagem, eficiência energética do processo de fabrico, reutilização de componentes, até à incorporação de materiais reciclados e renováveis, tratando-se, portanto, de <strong>desenhar com propósito, tendo em conta o equilíbrio de dois eixos: a utilidade e funcionalidade para o consumidor final; e, o bem-estar do planeta</strong>.<br />O <em>ecodesign</em> tornou-se uma <span style="color: #f61a24;">ferramenta chave no modelo da economia circular</span>, uma vez que permite criar produtos adaptados a ciclos técnicos (com componentes técnicas de funcionalidade, utilidade, <em>performance</em>, etc.), integrando aspetos cruciais que permitam, de um ponto de vista ecoeficiente, <span style="color: #f61a24;">promover a reutilização, reciclagem, regeneração, e, de modo geral, a redução do desperdício</span> (a título de exemplo, através do uso de materiais biodegradáveis e compostáveis).</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12233 alignright" src="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-200x300.jpg" alt="" width="228" height="342" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-200x300.jpg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-683x1024.jpg 683w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-768x1152.jpg 768w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-1024x1536.jpg 1024w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-1365x2048.jpg 1365w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2025/09/pexels-sarah-chai-7262933-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 228px) 100vw, 228px" />Em concreto, entre os exemplos de diversas soluções baseadas em <em>ecodesign</em>, algumas das mais impactantes no nosso quotidiano prendem-se com: <em>(i)</em> as embalagens biodegradáveis e reutilizáveis, produzidas com o intuito de reduzir a pegada de carbono e a produção de resíduos plásticos; <em>(ii)</em> os têxteis circulares, fabricados com materiais reciclados e processos menos poluentes, responsáveis por reduzir o consumo de água e energia; e, entre outros, <em>(iii)</em> o mobiliário e objetos de construção ecológicos, criados com materiais recicláveis e com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis. Estas abordagens não só reduzem o impacte ambiental, como também aumentam a eficiência de recursos, melhoram a imagem das marcas, e, alinham as empresas com as regulamentações ambientais e sobretudo com os consumidores, também eles cada vez mais exigentes e preocupados com as questões ambientais.</p><p>Apesar da amplitude setorial da aplicação do conceito de <em>ecodesign</em>, a sua implementação requer, frequentemente, atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) aplicadas e robustas, exigindo, muitas vezes, a superação de desafios técnicos, tecnológicos, e científicos, o que obriga ao investimento contínuo em I&amp;D por parte das empresas. A inovação em materiais avançados, a engenharia de processos sustentáveis e a digitalização de produtos, são alguns dos eixos de atuação que tornam a I&amp;D essencial para a implementação eficaz do <em>ecodesign</em>.</p><p>Assim, dada a sua forte componente investigacional, muitos projetos de ecodesign podem ser enquadrados no <strong>Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE)</strong>. Importa realçar, ainda, que projetos associados a práticas de conceção ecológica de produto, podem ter uma majoração adicional nas despesas elegíveis, aumentando o incentivo à inovação sustentável.</p><p>Em síntese, o <em>ecodesign</em> não é apenas uma tendência, mas sim uma ferramenta poderosa para criar um futuro mais sustentável, regenerativo e inteligente. Apostar no <em>ecodesign</em> é, por isso, investir num modelo de inovação que respeita os limites do planeta, valoriza os recursos, e posiciona as empresas na vanguarda da economia verde.</p><p style="text-align: left;">Se tem um projeto de <em>ecodesign</em> inovador, contacte-nos para saber de que forma pode usufruir do SIFIDE. Auxiliamos em todas etapas do processo de candidatura a esse benefício fiscal.</p><p style="text-align: left;">Explore mais sobre o SIFIDE no nosso <em>blog</em> ou no <a href="https://pt.linkedin.com/company/approach-consultoria" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn</a> da Approach.</p>								</div>
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		<title>Benefícios fiscais: Kaizen como alavanca de projetos de I&#038;D inovadores</title>
		<link>https://www.approach.com.pt/2025/09/25/beneficios-fiscais-kaizen-como-alavanca-de-projetos-de-id-inovadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludovic Loreau]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 10:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[I&D]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[SIFIDE]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inerente à criação de conhecimentos, estão atividades de Investigação e Desenvolvimento (“I&#38;D”) técnica e cientificamente inovadoras. A I&#38;D molda o mundo e impulsiona a evolução permanente e célere da sociedade. Assim, como forma de apoio às organizações que desempenham atividades desta natureza, surge o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”).O SIFIDE ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="12106" class="elementor elementor-12106">
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									<p>Inerente à criação de conhecimentos, estão atividades de Investigação e Desenvolvimento (“I&amp;D”) técnica e cientificamente inovadoras. A I&amp;D molda o mundo e impulsiona a evolução permanente e célere da sociedade. Assim, como forma de apoio às organizações que desempenham atividades desta natureza, surge o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“<span style="color: #f61a24;">SIFIDE</span>”).<br /><span style="text-decoration: underline;">O SIFIDE visa, portanto, apoiar o esforço em I&amp;D das empresas</span>, através da dedução à coleta do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (“IRC”) das despesas relativas a essas atividades. Ora, <strong>para que as empresas possam usufruir deste benefício, é fundamental a organização e boa estruturação das atividades de I&amp;D</strong>, pois, apenas desse modo, se torna possível a criação de estudos sobre ideias, princípios ou hipóteses que agreguem valor efetivo ao contexto em que se inserem.</p><ul><li>Nesse sentido, existem normas específicas, nomeadamente, (i) a NP4457, a nível nacional, que especifica os requisitos para estabelecer, implementar, manter e melhorar um Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação, e, (ii) a ISO 56002, a nível internacional, que propõe a estruturação dos processos para inovar com foco na criação de resultados. Estas normas proporcionam guidelines fulcrais para que atividades de I&amp;D possam ser elegíveis para obtenção de benefícios fiscais.<br />Todavia, o aspeto fulcral reside na implementação de uma cultura geral que permita aumentar a eficiência operacional, organizacional, e, estrutural das atividades de I&amp;D, i.e., uma cultura organizacional baseada no Kaizen.</li></ul><p><span style="color: #f61a24;">Kaizen</span> corresponde à palavra japonesa que significa “<strong>melhoria contínua</strong>” e baseia-se na procura de melhorias incrementais de forma constante, permitindo aumentar a produtividade e competitividade de uma organização.<br />O ciclo do Kaizen refere-se, de facto, à criação de uma <span style="text-decoration: underline;">cultura de melhoria e inovação contínua, onde erros são encarados como oportunidades</span>.</p><p>Atividades de I&amp;D inovadoras nascem, precisamente, deste tipo de abordagem aos conhecimentos e práticas atuais, <em>i.e.</em>, a análise crítica do que existe é o fator que revela a existência de oportunidades para criação de novos conhecimentos. <span style="color: #f61a24;">O <em>Kaizen</em> enfatiza, ainda, a ideia de que o progresso é constante, e, os métodos traduzem-se em resultados graduais. Esta noção é de extrema importância em atividades de I&amp;D</span>, que, na sua essência são uma sequência de desenvolvimento, testes, análise de melhoria, e, iteração, até à concretização de resultados de valor efetivo, com posterior padronização.</p><ul><li>De modo concreto, enumeram-se alguns exemplos da implementação do <em>Kaizen</em> em atividades de I&amp;D: <em>(i)</em> colaboração multifuncional entre as equipas que operam em diferentes etapas da atividade de I&amp;D a realizar; <em>(ii)</em> otimização de recursos, garantindo o uso eficiente de recursos laboratoriais; <em>(iii)</em> inovação em métodos analíticos, incentivando a pesquisa contínua de novas tecnologias analíticas; <em>(iv)</em> eficiência na documentação em tempo real durante a realização das atividades de I&amp;D; e, entre outros, <em>(v)</em> sustentabilidade e segurança dos procedimentos efetuados.</li></ul><p>Em suma, quando aplicada a atividades de I&amp;D, a abordagem <em>Kaizen</em> irá contribuir para a melhoria das mesmas, permitindo o alcance de resultados com valor acrescentado, e, a promoção da inovação constante, fomentando a sua elegibilidade perante o SIFIDE.<br />Evidencia-se, deste modo, a importância da mudança dos paradigmas organizacionais tradicionais, para uma cultura que se baseie na melhoria contínua, e, assim, na inovação contínua. Com efeito, <span style="text-decoration: underline;">ao criar uma cultura organizacional crítica e inovadora baseada numa filosofia <em>Kaizen</em>, as organizações promovem a criação de conhecimento efetivo</span>, e, em simultâneo, <span style="color: #f61a24;">a organização da I&amp;D de forma que esta seja elegível para obtenção do supramencionado benefício fiscal</span>.</p>								</div>
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		<title>SIFIDE: Saiba de uma vez por todas o que é</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Marcelino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 01:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoios]]></category>
		<category><![CDATA[SIFIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar em I&#38;D para muitos gestores ainda significa um processo rigoroso e de altos custos. Com sorte, surgiram os incentivos fiscais para auxiliar empresas a incrementarem inovação aos seus processos (independente do seu tamanho) e destacarem-se diante de um mercado tão competitivo.   Neste artigo falaremos especificamente sobre um incentivo que se vem destacando por trazer ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2024/11/25/sifide-saiba-de-uma-vez-por-todas-o-que-e/">SIFIDE: Saiba de uma vez por todas o que é</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300;">Falar em I&amp;D para muitos gestores ainda significa um processo rigoroso e de altos custos. Com sorte, surgiram os incentivos fiscais para auxiliar empresas a incrementarem inovação aos seus processos (independente do seu tamanho) e destacarem-se diante de um mercado tão competitivo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Neste artigo falaremos especificamente sobre um incentivo que se vem destacando por trazer resultados bastante positivos, de possibilitar que empresas recuperem até 82,5% dos investimentos feitos em I&amp;D. </span></p>
<p><b>Preparado?</b></p>
<h2><b>Conheça o SIFIDE</b></h2>
<p><span style="font-weight: 300;">O SIFIDE é um sistema de incentivo fiscal que tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas apoiando o seu esforço em Investigação &amp; Desenvolvimento</span><b> através da dedução à coleta do IRC</b><span style="font-weight: 300;"> de uma percentagem das respectivas despesas de I&amp;D (na parte não comparticipada a fundo perdido pelo Estado ou por Fundos Europeus).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5664 size-medium" src="https://www.approach.angryventures.dev/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-2102415-200x300.jpeg" alt="O SIFIDE é um sistema de incentivo fiscal que tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas apoiando o seu esforço em Investigação &amp; Desenvolvimento através da dedução à coleta do IRC" width="200" height="300" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-2102415-200x300.jpeg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-2102415.jpeg 500w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h3><b>Descomplicando:</b></h3>
<ol>
<li><span style="font-weight: 300;">Através de um taxa base – 32,5% das despesas realizadas no ano da candidatura; </span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Através de uma taxa incremental – 50 % do acréscimo das despesas realizadas no ano da candidatura em relação à média aritmética dos dois exercícios anteriores, até um limite de 1.500.000 €.</span></li>
</ol>
<p><i><span style="font-weight: 300;">Por exemplo: Se uma empresa tiver custos com a equipa de I&amp;D de 100k€, e considerarmos que tem cerca de160k€ de despesas elegíveis totais, poderá usufruir de um benefício fiscal até 132k€, ou seja, uma redução do IRC a pagar de 132k€.</span></i></p>
<h3><b> </b></h3>
<h3><b>O SIFIDE destina-se a quem?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 300;">Todas as pessoas passíveis de IRC, residentes em território português que exerçam, a título principal, uma atividade de natureza agrícola, industrial, comercial e de serviços e os não residentes com estabelecimento estável nesse território, que tenham realizado despesas com I&amp;D.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Outros critérios também são:  ter despesas de  I&amp;D não comparticipadas a fundo perdido; que o lucro tributável não seja determinado por métodos indiretos; e que não sejam devedores ao Estado e à segurança social de quaisquer contribuições, impostos ou quotizações.</span></p>
<h3><b>Abaixo, listamos os principais benefícios de candidatar-se ao SIFIDE:</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 300;" aria-level="1"><span style="font-weight: 300;">O SIFIDE pode contemplar projetos financiados, projetos internos da empresa – não sujeitos a incentivo , ou projetos de ambos os tipos, não existindo número máximo de projetos por </span><a href="https://www.approach.com.pt/sifide"><span style="font-weight: 300;">SIFIDE</span></a><span style="font-weight: 300;">;</span></li>
<li style="font-weight: 300;" aria-level="1"><span style="font-weight: 300;">No caso de projetos financiados, o benefício fiscal apenas incide na percentagem de investimento que não foi alvo de incentivo. Nos casos em que os projetos não são alvo de incentivo, às condições mantêm-se exatamente iguais;</span></li>
<li style="font-weight: 300;" aria-level="1"><span style="font-weight: 300;">Todas as despesas com atividades de I&amp;D são elegíveis, excepto as despesas incorridas no âmbito de projetos realizados exclusivamente por conta de terceiros, nomeadamente através de contratos e prestação de serviços de I&amp;D.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-5665 size-medium" src="https://www.approach.angryventures.dev/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-1181547-200x300.jpeg" alt="O SIFIDE destina-se a quem?" width="200" height="300" srcset="https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-1181547-200x300.jpeg 200w, https://www.approach.com.pt/wp-content/uploads/2021/04/pexels-photo-1181547.jpeg 500w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h3><b>Como saber se a minha empresa está apta?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 300;">Acedendo direto ao simulador de SIFIDE da Approach, </span><a href="https://www.approach.com.pt/sifide"><span style="font-weight: 300;">clicando aqui</span></a><span style="font-weight: 300;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Candidatar-se não precisa de ser um processo complicado! Pode contar com o apoio de profissionais confiáveis e experientes no mercado para auxiliar no processo.</b></p>
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<h4></h4>
<p class="p-rich_text_section"><strong>As candidaturas estão abertas até dia 31 de Maio de 2025, não sendo aceites candidaturas após esta data.</strong></p>
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<p class="p-rich_text_section"><strong>Para mais informações sobre o programa SIFIDE clique <a class="c-link" tabindex="-1" href="http://www.approach.com.pt/sifide" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-stringify-link="http://www.approach.com.pt/sifide" data-sk="tooltip_parent" data-remove-tab-index="true">aqui</a> e se necessitar de algum esclarecimento adicional entre em <a class="c-link" tabindex="-1" href="https://www.approach.com.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-stringify-link="https://www.approach.com.pt/contactos/" data-sk="tooltip_parent" data-remove-tab-index="true">contacto</a> connosco.</strong></p>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Conheça a Approach Consulting</b></h2>
<p><span style="font-weight: 300;">A Approach faz um acompanhamento personalizado, maximizando os benefícios fiscais de cada empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Para além dos projetos e incentivos financeiros a que se dedica a tempo mais integral, a Approach também presta serviços a empresas na realização de candidaturas e acompanhamento de projetos a programas mais específicos como: Programas de apoio às artes (DGARTES); SIAC (Portugal 2030), Comércio Investe (IAPMEI); Mar2030; Programas ao Fundo Ambiental, RFAI, entre outros;</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Se o programa a que se pretende candidatar não se encontra aqui listado, por favor contacte-nos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2024/11/25/sifide-saiba-de-uma-vez-por-todas-o-que-e/">SIFIDE: Saiba de uma vez por todas o que é</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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		<title>Incentivos ao investimento empresarial: Projetos de Inovação Produtiva e Projetos de I&#038;D</title>
		<link>https://www.approach.com.pt/2022/06/03/pedidos-registo-auxilio-inovacao-produtiva-idt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Marcelino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 14:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoios]]></category>
		<category><![CDATA[I&D]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Produtiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 26 de maio de 2022, foram publicados os Pedidos de Registo de Auxílio no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico &#8211; I&#38;D empresarial &#8211; e do Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva, a fim de garantir as condições que permitem dar início aos respetivos projetos. O registo do pedido ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300;">No dia 26 de maio de 2022, foram publicados os Pedidos de Registo de Auxílio no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico &#8211; I&amp;D empresarial &#8211; e do Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva, a fim de garantir as condições que permitem dar início aos respetivos projetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">O registo do pedido de auxílio efetuado pode ser utilizado pelo(s) respetivo(s) beneficiário(s) para efeitos de definição de início do projeto, em processos de candidatura ao SI I&amp;D Empresarial e ao Sistema de Inovação Produtiva, no âmbito dos concursos a lançar, considerando-se assim cumprida a condição prevista no Artigo 6º, nº2, do Regulamento (EU) N.º 651/2014 da Comissão, de 17 de junho de 2014, que determina que os projetos devem ter data de candidatura, ou registo de pedido de auxílio, anterior à data de início dos trabalhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">O registo do pedido de auxílio marca o início do projeto de investimento e apenas pode ser utilizado pela(s) mesma(s) entidade(s) beneficiária(s) que apresentará(ão) posteriormente a candidatura a financiamento e é efetuado através a submissão do formulário eletrónico disponível no Sistema de Informação da Rede de SI do PT2020 (PAS), usando preferencialmente a autenticação do Balcão 2020.</span></p>
<h3><b>Como o processo é feito?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 300;">O registo do pedido de auxílio processa-se com a submissão do formulário eletrónico disponível no <a href="https://pas.compete2020.gov.pt/pas2/acesso/app/Login.php">Sistema de Informação do PT2020 (PAS)</a>, com a seguinte informação:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 300;">Identificação e dimensão da empresa (apenas PME);</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Descrição dos objetivos do projeto;</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Localização dos investimentos, com sinalização específica de localização nos territórios de baixa densidade, para identificação de futuras dotações a alocar neste âmbito;</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Calendarização do investimento (com data de início e de fim dos trabalhos);</span></li>
<li><span style="font-weight: 300;">Quadro de investimentos.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 300;">Em seguida, o beneficiário receberá um comprovante digital do pedido de auxílio registado, sendo este entendido como uma declaração a ser confirmada pelas Autoridades de Gestão em sede de futura candidatura no âmbito do sistema de incentivos Inovação Produtiva, não vinculando qualquer decisão de concessão de apoio.</span></p>
<h5><span style="font-weight: 300;">Para esclarecimentos sobre este registo do pedido de auxílio podem ser solicitadas informações diretamente com um de nossos consultores: <a href="http://www.approach.com.pt/contactos"><strong>Fale connosco. </strong></a></span></h5>
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		<title>Abertura do Incentivo Programa de Apoio à Produção Nacional &#8211; Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Marcelino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 18:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoios]]></category>
		<category><![CDATA[PAPN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontram-se abertas as candidaturas ao Programa de Apoio à Produção Nacional no domínio temático da Economia Verde e Indústria. Pretende-se com este apoio estimular a produção nacional e reduzir a dependência face ao exterior. Este programa visa apoiar projetos que promovam a eficiência energética e a promoção de práticas circulares nas empresas para o domínio ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontram-se abertas as candidaturas ao Programa de Apoio à Produção Nacional no domínio temático da Economia Verde e Indústria. Pretende-se com este apoio estimular a produção nacional e reduzir a dependência face ao exterior.</p>
<p>Este programa visa apoiar projetos que promovam a eficiência energética e a promoção de práticas circulares nas empresas para o domínio Economia Verde (aberto a todos os CAE&#8217;s) e apoiar projetos que contribuam para a indústria e diversificação económica (divisões 05 a 33 da CAE).</p>
<p>Em termos de beneficiários são elegíveis neste aviso Micro ou Pequenas Empresas de qualquer região NUTS II Algarve.<br />
Devem ser apresentadas despesas elegível total no mínimo de 20.000€ e no máximo de 235.000€. com taxas de financiamento que podem ir até aos 60% a fundo perdido e duração do projeto máxima 12 meses, sendo a data limite para elegibilidade das despesas 30 de Junho de 2023.</p>
<p>As candidaturas estão abertas na 1º fase do dia 17 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2022 (19 horas) e na 2º fase até ao dia 31 de Março de 2022 (19 horas).</p>
<p>A dotação máxima deste apoio é de 1.000.000€ para a Economia Verde e 1.000.000€ para a Indústria.</p>
<p>Se tiver interesse ou se tiver alguma questão sobre o programa, entre em contacto conosco, teremos todo o gosto em o ajudar.</p>
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		<title>Recuperação do IVA de Créditos Incobráveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 11:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que pode efetuar a recuperação do IVA de créditos incobráveis? O Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) é um imposto aplicado às vendas ou prestações de serviços em Portugal. Para reaver o montante perdido, as sociedades credoras instauravam processos em tribunais que resultavam em longos processos e que muitas vezes, não recebiam qualquer valor que ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3720" class="elementor elementor-3720">
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				<div class="elementor-widget-container">
									<h2>Sabia que pode efetuar a recuperação do IVA de créditos incobráveis?</h2>
<p></p>
<p>O <strong>Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA)</strong> é um imposto aplicado às vendas ou prestações de serviços em Portugal.</p>
<div class="ql-block ql-align-justify" data-block-id="block-92b7c1ef-aa1d-481a-9303-be035c6bb0e7">Para reaver o montante perdido, as sociedades credoras instauravam processos em tribunais que resultavam em longos processos e que muitas vezes, não recebiam qualquer valor que lhe era devido.</div>
<div data-block-id="block-92b7c1ef-aa1d-481a-9303-be035c6bb0e7">&nbsp;</div>
<div class="ql-block ql-align-justify" data-block-id="block-4393b79e-f115-4c73-bbcd-fbfbd6eefd9b">&nbsp;</div>
<div class="ql-block ql-align-justify" data-block-id="block-fca2e80b-9eb4-4336-bdb3-61866eaa420b">
<p>O <strong>Código do IVA (art. 78º)</strong> permite que o sujeito passivo possa&nbsp;efetuar a recuperação do IVA&nbsp;entregue ao Estado&nbsp;apesar de não ter recebido o pagamento do seu crédito, o que muitas vezes impede que os credores obtenham perdas enormes com os negócios celebrados. O objetivo deste regime, introduzido em 2012, é que as empresas possam deduzir o imposto respeitante a créditos considerados de cobrança duvidosa, ou incobráveis.</p></div>
<div data-block-id="block-eccf135e-c971-473a-b26d-9294e48da0eb">&nbsp;</div>
<div class="ql-block ql-align-justify" data-block-id="block-7da508c3-91b0-4f86-9ccc-1710c68ec07e"><b>Para efeitos do disposto no número anterior, consideram-se créditos de cobrança duvidosa aqueles que apresentem um risco de incobrabilidade devidamente justificado, o que se verifica nos seguintes casos:<br></b><b><br></b></div>
<ol>
<li>O crédito esteja em mora há mais de 12 meses desde a data do respetivo vencimento e existam provas objetivas de imparidade e de terem sido efetuadas diligências para o seu recebimento;</li>
<li>O crédito esteja em mora há mais de seis meses desde a data do respetivo vencimento, o valor do mesmo não seja superior a € 750, IVA incluído, e o devedor seja particular ou sujeito passivo que realize exclusivamente operações isentas que não confiram direito à dedução.</li>
</ol>
<div>&nbsp;</div>
<div class="ql-block ql-align-justify" data-block-id="block-c2310608-bf3e-449b-8a42-22b0f8230de0"><b>Os sujeitos passivos podem, ainda, deduzir o imposto relativo a créditos considerados incobráveis em qualquer das seguintes situações, sempre que o facto relevante ocorra em momento anterior aos 12 e 6 meses, respetivamente:<br></b><b><br></b></div>
<ol>
<li>Em processo de execução, após o registo a que se refere a alínea b) do n.º 2 do artigo 717.º do Código do Processo Civil;</li>
<li>Em processo de insolvência, quando a mesma for decretada de caráter limitado ou quando for determinado o encerramento do processo por insuficiência de bens, ao abrigo da alínea d) do n.º 1 do artigo 230.º e do artigo 232.º, ambos do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, ou após a realização do rateio final, do qual resulte o não pagamento definitivo do crédito;</li>
<li>Em processo de insolvência ou em processo especial de revitalização, quando seja proferida sentença de homologação do plano de insolvência ou do plano de recuperação que preveja o não pagamento definitivo do crédito;</li>
<li>Quando for celebrado e depositado na Conservatória do Registo Comercial acordo sujeito ao Regime Extrajudicial de Recuperação de Empresas (RERE) que cumpra com o disposto no n.º 3 do artigo 27.º do RERE e do qual resulte o não pagamento definitivo do crédito.</li></ol>
<div class="ql-block" data-block-id="block-38bc9b17-4c59-4027-9b46-735f28dbe11e">&nbsp;</div>
<div class="ql-block" data-block-id="block-85c1c6d7-33c6-4b8e-a46d-86f364dd80e7">Desta forma, a forma por excelência de recuperar o IVA é através do <strong>Pedido de Autorização Prévia</strong>. Ainda que exista alguma das situações previstas nas alíneas anteriores, a resolução das mesmas tem que ocorrer antes dos prazos referidos (12 e 6 meses, respetivamente).</div>
<p>Se pretender saber mais sobre o regime de recuperação do IVA e os seus benéficos, não hesite em entrar em<a href="https://www.approach.com.pt/contactos/"> </a><strong><a href="https://www.approach.com.pt/contactos/">contacto connosco</a>,</strong> iremos responder às suas questões.</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
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		<title>Ebook &#8211; “Guia Definitivo dos Incentivos Fiscais de Financiamento”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 10:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoios]]></category>
		<category><![CDATA[I&D]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[PAPN]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal2030]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<category><![CDATA[RFAI]]></category>
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		<category><![CDATA[SIFIDE]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Approach Consulting preparou para si um ebook denominado “Guia Definitivo dos Incentivos Fiscais de Financiamento”. O ebook aborda diversos incentivos, nomeadamente, SIFIDE, RFAI, PAPN e PRR, informando sobre os seus critérios de elegibilidade, as taxas de financiamento aplicáveis entre outras informações importantes sobre os mesmos. Para obter o ebook e ficar a conhecer mais ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2021/11/10/approach-prepara-ebook-sobre-incentivos/">Ebook &#8211; “Guia Definitivo dos Incentivos Fiscais de Financiamento”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Approach Consulting preparou para si um ebook denominado <strong>“Guia Definitivo dos Incentivos Fiscais de Financiamento”.</strong></p>
<p>O ebook aborda diversos incentivos, nomeadamente, SIFIDE, RFAI, PAPN e PRR, informando sobre os seus critérios de elegibilidade, as taxas de financiamento aplicáveis entre outras informações importantes sobre os mesmos.</p>
<p>Para obter o ebook e ficar a conhecer mais sobre os incentivos que aborda <a href="https://www.approach.com.pt/ebooks/?utm_source=ebook&amp;utm_medium=noticia-ebook&amp;utm_campaign=Guia+definitivo+dos+incentivos+fiscais+de+financiamento">clique aqui.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.approach.com.pt/2021/11/10/approach-prepara-ebook-sobre-incentivos/">Ebook &#8211; “Guia Definitivo dos Incentivos Fiscais de Financiamento”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.approach.com.pt">Approach Consulting</a>.</p>
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